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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

55 K - Motivo 3 para venda - Pós-venda péssimo

Quem chegou até aqui lendo o blog já sabe que o atendimento da JAC é pífio.

Seguindo o que fiz em outras postagens vou criar uma pequena lista de eventos que ocorreram:

  1. Horário de agendamento na oficina que não é cumprido
  2. Oficina que diz que o serviço foi realizado mas entrega o carro do mesmo jeito que chegou
  3. Oficina que não consegue diagnosticar o problema e diz que é um comportamento normal do carro
  4. Jogo de empurra e mentira do responsável da concessionária quando uma reclamação é realizada
  5. Acesso proibido dos clientes a oficina
  6. Peças que nunca estão no estoque
  7. Atendimento muito demorado na concessionária, o cliente não consegue nem pagar o que deve
  8. Horário agendado que não aparece na agenda da oficina
  9. Reclamação que não resolve nada
  10. Poucas concessionárias para atender os clientes
 Acredito que com essa pequena lista consegui resumir um pouco do que vi dentro da concessionária da JAC.

Conclusão

Já dá para imaginar todo o estresse que foi a minha relação com a JAC e o péssimo atendimento que tive ao longo desses três anos. Fiquei preso a única concessionária em Porto Alegre e a única em todo o Rio Grande do Sul que possuía o serviço de oficina, dessa forma não tive nem chance de escolher outra concessionária.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

53 K - Fantasma do EPC

Como falei no post anterior, com 53300 quilômetros os sintomas do EPC voltaram a aparecer.

Como assim sintomas? Eu explico...

Como já disse em outras postagens (O que é EPC no painel do JAC, EPC o retorno, Primeiros quilômetros e algumas descobertas) quando a luz do EPC acende no painel o motor do carro fica como se estivesse fora de ponto, subindo a rotação ao trocar de marchas, dando trancos durante a redução, etc, etc, etc.

A novidade

Dessa vez o motor ficou exatamente com o mesmo comportamento de quando a luz do EPC está acesa, porém, a luz do EPC não acendeu no painel.

E para piorar a situação o comportamento passou a ser intermitente, ou seja, não era sempre que o motor tinha um comportamento fora do padrão.

Com o passar do tempo a frequência começou a ficar maior, temendo algum problema mais sério eu resolvi levar o carro na concessionária e relatar o ocorrido. Como o carro está em garantia, resolvi levar justamente para que a JAC não negasse alguma garantia no futuro, afinal de contas eu não estou me negando de dar a correta manutenção no carro, basta que a oficina da JAC me dê um diagnóstico correto e que resolva o problema.

Mas como já dá para perceber ao longo desses anos que estou com o carro (basta ler as postagens no blog) a oficina da JAC é péssima.

O que o técnico fez para realizar o diagnóstico foi plugar um scanner no conector OBD II e verificar se tinha alguma mensagem de falha gravada na ECU do carro.

Resultado do diagnóstico

O motor do carro estava em perfeitas condições pois não apresentava nenhuma mensagem de falha.

Conclusão

A oficina da JAC não se interessa em resolver o problema dos carros. A meta da oficina da JAC é simples: se livrar do carro e do cliente o quanto antes... Ser mecânico é plugar o scanner e ler mensagens de falha? Óbvio que não!!!

E eu como cliente faço o quê? Ando com o carro totalmente errado até um problema evidente aparecer e me deixar parado pelo meio do caminho? Ou pior, até um acidente acontecer em decorrência de uma falha mecânica que ninguém sabe o que é?

Sai da concessionária me sentindo como se estivesse com um nariz de palhaço e a certeza de que NUNCA resolveriam os problemas do carro, visto que além desse problema convivo com um barulho desde os 26 mil quilômetros que ninguém sabe dizer o que é (Novo instrumento, A "olhada").

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Revisão do JAC J3 50 mil km - Avaliação final

 Atendimento

A revisão em si ocorreu de forma tranquila, dessa vez o meu horário estava marcado corretamente. Acredito que era um dia de pouca movimentação na concessionária, vi poucas pessoas circulando tanto na área técnica de pós vendas como na área de vendas.

Consegui entrar e sair da concessionária com o carro sem perder muito tempo em filas esperando, algo que já tinha acontecido anteriormente em outras revisões.

Oficina

Está difícil elogiar os serviços da oficina, no post anterior eu listei as peças e partes que sequer foram mencionados. A falta de uma previsão de tempo para execução do serviço é algo que me faz falta, e acredito que para outras pessoas também, além de dar a impressão que os processos da oficina são desorganizados.

Será que eles não falaram nada das outras peças por que não tiveram tempo de olhar? Parece que só apontaram o trivial, o que estava mais fácil de ser verificado. Dessa forma eu desconfio da qualidade do serviço prestado.

Acredito que eu se eu tivesse apontado todos os problemas que eu gostaria que olhassem, certamente ocorreria algum stress de algo que não foi feito. Entrei na concessionária dessa vez disposto a falar o menos possível e não me estressar sem necessidade.

Conclusão

O atendimento parece que melhorou um pouco, apesar de que como eu disse anteriormente, ser um dia de pouco movimento.

Os processos internos da oficina na Jac são uma bagunça. Serviços que sobram, peças e defeitos que não foram apontados. Enfim, a impressão que tenho é que está a anos luz de ter um serviço de qualidade e parece que, ao longo desses mais de 2 anos e meio frequentando a concessionária esse é o ritmo de trabalho deles. Cabe aos clientes se adaptar a esse cenário.

Na próxima postagem a minha avaliação geral dos 50 mil quilômetros rodados com o Meu J3.

Abraço.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Revisão do JAC J3 50 mil km - Parte II

Continuando as postagens sobre a revisão dos 50 mil km...

Agendamento

Dessa vez o agendamento no telefone foi rápido e eficiente, pois ao chegar na concessionária o meu nome estava na agenda da oficina, já comentei em outras postagens que isso não tinha acontecido e é uma situação bem chata.

Recebimento e checklist

O horário agendado era as 9 horas e pontualmente eu estava lá. O horário que a "consultora" me recebeu e começou o preenchimento do checklist era exatamente 09:17, ou seja, 17 minutos de atraso. Mas convenhamos que 17 minutos é normal, acontece, não vejo isso como um absurdo e considero que fui atendido dentro de um horário aceitável.

Não foi questionado nada se eu tinha alguma observação sobre o carro, claro que eu poderia ter falado alguma coisa também mas acredito que esse tipo de atitude passa uma impressão de que a concessionária está interessada em resolver os problemas. Eu não falei nada justamente para saber o que a oficina iria detectar no carro, pois eu sei alguns dos detalhes que poderiam ser apontados por eles.


Necessidade de substituição de peças e entrega do carro

A entrega do carro na Jac é daquela forma, o cliente nunca sabe o horário exato, a consultora informa um horário aproximado e depois liga informando que o carro está pronto ou que tem algo a ser feito e solicita autorização para execução do serviço.

No meu caso a ligação da consultora informou a necessidade de troca das pastilhas de freio e necessidade de troca dos pneus, na mesma ligação ela já me informou a hora que o carro estaria liberado.

A troca de pastilhas eu já sabia que era uma necessidade, para realizar a troca das pastilhas na concessionária eu teria que pegar 216 reais pelo kit de pastilhas e mais uma hora de trabalho que é 160 reais, totalizando 360 de reais. Achei esse valor um tanto salgado e decidi não autorizar a troca das pastilhas.

Sobre os pneus eu nem cheguei a perguntar o preço, falo nas próximas postagens por que não pretendo trocar os pneus agora. O que me deixou um pouco surpreso foi o apontamento da oficina de que era necessário trocar os pneus, evidente que os pneus estão desgastados principalmente os traseiros mas não a ponto de troca.

Não sugeriram sequer um rodízio dos pneus durante 50 mil quilômetros e vão de cara apontar a necessidade de troca, era óbvio que os pneus se desgastariam mais rápido por que só fiz um rodízio nos 30 mil quilômetros quando optei pela revisão TOP, e foi só por que eu solicitei, ninguém deu uma sugestão, pelo contrário, me disseram que só faziam rodízio quando o pneu estivesse desgastado. Já falei sobre isso nessa postagem dos 30 mil quilômetros.

Alguns itens que eu sei que precisam ser revisados e/ou substituídos e que a oficina não apontou nada sobre isso:

  • Filtros de cabine que precisam ser substituídos;
  • Suspensão fazendo diversos barulhos, tanto na parte da frente como na parte de trás do carro;
  • Troca do suporte do escapamento que fica no assoalho do carro e que está arrebentado.

Cheguei na concessionária, peguei a ordem de serviço com a "consultora" e fui para o caixa realizar o pagamento. Já estava preparado para ficar esperando um tempão como já tinha dito aqui, mas dessa vez o pagamento foi rápido. Não sei se essa eficiência toda é por que não tinha ninguém na minha frente e o caixa estava livre, mas o que importa é que o Meu J3 já estava liberado e me esperando para ir embora.

No próximo post a avaliação da revisão de 50 mil quilômetros, até lá.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Revisão do JAC J3 50 mil km - Parte I

Hoje dedico a postagem para falar da revisão de 50 mil quilômetros do Meu J3.

O agendamento do serviço dessa vez foi extremamente eficiente, liguei para a concessionária e em menos de 5 minutos estava com o meu agendamento concluído. Ao contrário do que falei nos posts iniciais aqui no blog, não foi preciso ficar "pulando" entre vários ramais e dessa vez o meu nome estava na agenda da oficina.

O carro que chega a exatos 50811 quilômetros rodados ou 2 anos e 8 meses de uso, para na concessionária precisando de uma revisão mais detalhada do que a tradicional.

Como pode ser conferido em postagens anteriores aqui no blog é necessário que diversos componentes sejam revisados como a suspensão, freios, buzina, etc. O item mais importante nessa lista na minha opinião é o freio, mas decidi não falar nada para a "consultora" e esperar para ver o que a concessionária encontra no carro.

Depois de todas as minha reclamações e constatações do estado que o carro se encontra, optei por não utilizar a revisão TOP e sim pela revisão básica (mais informações sobre os tipos de revisão aqui).

Mas tem uma novidade, agora o cliente pode optar entre lavar o carro ou não, se o cliente optar por receber o seu carro lavado após a revisão deve acrescer a conta final o valor de 36 reais. Diversas outras concessionárias oferecem a lavagem como brinde, mas na Jac agora é um opcional pago.

Usando da minha experiência nos tempos que a concessionária da Jac dava a lavagem de brinde e o carro continuava sujo (mais informações aqui, aqui e aqui) obviamente não optei pela lavagem, outro ponto negativo que desencoraja alguém a optar por esse serviço é o valor, 36 reais por uma lavagem comum é um custo extremamente alto, estou comparando com as lavagens próximas por saber que esse valor pode variar dependendo da região.

Sendo assim agora é esperar a entrega do carro e ver o que a concessionária vai dizer.

PS: Neste momento as postagens voltam a ficar sincronizadas, não sendo um resgate como os posts anteriores.

Até a próxima.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Assistência 24 horas Jac Motors

A alguns posts atrás eu relatei sobre a bateria que estava fraca e com isso eu não conseguia sair de casa com o carro.

Esqueci de falar que antes de acionar o guincho da seguradora decidi ligar para a assistência 24 horas da Jac.

A ligação para o 0800 deles foi atendida rapidamente, após fornecer os dados solicitados pela atendente fiquei sabendo que eles não poderiam me atender dentro da assistência 24 horas gratuita.

O motivo?

Muito simples, a assistência 24 horas só é gratuita nos 2 primeiros anos do carro e esse não era o meu caso. Indignado com a situação (a explicação para isso está aqui) perguntei aonde estava escrito isso, por que no site da Jac não consta essa informação.

E a reposta foi de bate pronto, no manual do proprietário.

E não é que essa informação realmente consta no manual do proprietário. Logo eu que li todo o manual, esqueci dessa importante parte.

Vale mencionar também que, mesmo fora da garantia eu poderia solicitar o guincho desde que pagasse com o custos, claro. Como eu já pago o seguro, optei por utilizar o serviço da seguradora.

Dica

Tenha sempre um bom seguro para o seu carro :D

Era isso.

domingo, 31 de agosto de 2014

Reclamação

Após a confusão da bateria resolvi escrever mais um e-mail para a Jac e reclamar, dessa vez recebi uma resposta informando que estariam analisando a reclamação. A principal reclamação foi o fato de ter levado o carro na concessionária e ter esperado uma manhã inteira sem resolver o problema e ainda ter ficado empenhado diversas vezes depois até descobrir o real problema.

Mais tarde o responsável da concessionária me ligou dizendo que tinha analisado as informações que estavam cadastradas no sistema.

A primeira coisa que ele argumentou foi a de que realmente era necessária uma atualização no módulo de injeção e que isso não estava relacionado com a bateria. Como resposta eu repeti o que o técnico tinha me falado durante a troca da bateria, que provavelmente a luz de injeção estava ligada porque insisti em dar a partida com a bateria fraca.

Continuando o diálogo eu perguntei então quem estava falando a verdade, o técnico ou ele, afinal de contas eu tinha dois diagnósticos diferentes para o mesmo problema. A resposta do responsável foi a mais vazia possível, de que software era software e era preciso atualizar, e que "nós" os mais novos sabíamos que tinha que atualizar.

Quando perguntei sobre a luz do óleo que ligou no painel e qual foi a causa ele não soube responder...

Sabendo que a conversa não ia resolver nada e que só ia perder o meu tempo ao telefone, encerrei a conversa com a certeza de que o responsável não ia reconhecer um possível erro.

Agora imaginem o cenário hipotético: o módulo de injeção descobre que está com o software desatualizado e depois disso ele impede o carro de dar a partida, mas então o módulo descobre que o motorista insiste e permite a partida do motor mas não sem antes ligar a luz de injeção e a luz do óleo.

Alguém consegue imaginar o cenário descrito acima? Pois é, foi exatamente esse cenário que tentaram me fazer acreditar ser possível de existir. Puxa vida que carro inteligente... #SQN

Pelo menos, como ponto positivo se é que podemos chamar isso de positivo, depois da troca da bateria o carro voltou a bater arranque normalmente e não fiquei mais empenhado com o carro.

Depois de uma rápida pesquisa na internet é fácil encontrar pessoas reclamando da bateria da Jac, a vida útil de uma bateria pode variar devido a diversos fatores. Mas fica claro que as baterias originais não são tão eficientes.

Para finalizar, a bateria é item de desgaste comum, não sendo coberta pela garantia total.

Até a próxima.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

45 K - Troca da bateria

Depois de constatado de fato que o problema era a bateria que não segurava a carga, e por isso eu fui de guincho para a concessionária. Chegava a hora de trocar a bateria, a "consultora" que me atendeu olhou no sistema da Jac o preço da bateria.

Para colocar uma nova bateria o preço seria de míseros 470 reais, o que obviamente na minha opinião era um pouco salgado, ainda mais levando em conta que era para colocar outra bateria igual a que estava no carro.

Exatamente na frente da Jac tinha uma loja de baterias, então a "consultora" e o técnico sugeriram de comprar uma lá que a concessionária instalava. Perguntei se eles podiam dar uma carga na bateria para que eu pudesse sair da concessionária pelo menos com o carro andando e a resposta foi de que eles teriam que ver com os superiores se poderiam fazer isso e mais, ao trocar a bateria eu teria que reprogramar a central do carro pois eles não mantém o carro energizado. O simples procedimento de reprogramação da central custava 180 reais.

Vamos ao fatos:

  1. Eles não dariam uma carga na bateria pois já que eu estava na concessionária era a chance deles faturarem um pouco mais, se eu não quisesse fazer o serviço teria que chamar o guincho de novo já que o carro não estava nem ligando, o azar deles foi ter uma loja de baterias justamente na frente da concessionária. 

  2. A troca da bateria desligando totalmente a energia foi intencional, já que dessa forma o cliente é obrigado a reprogramar a central pois a mesma é resetada automaticamente quando não possui alimentação. Será que se eu simplesmente aceitasse a troca da bateria e não acompanhasse o serviço eles deixariam o carro ficar sem energia? Sinceramente eu acho que não, afinal pra que vão perder tempo reprogramando se não precisa.
Atravessei a rua e comprei uma bateria bagaceira de 180 reais e me sujeitei a pagar mais 180 reais para reprogramar o carro, já que eu não tinha escolha. Custo total de 360 reais para trocar a bateria.

Carro reprogramado, eu estava liberado depois de umas duas horas envolvido com isso na concessionária.

Conclusão

Fiquei empenhando três vezes após um suposto conserto da concessionária, até ter um problema evidente e ir de guincho para a concessionária achar o problema e resolver de forma definitiva. E eu relutando contra todos que falaram da bateria, afinal a concessionária já tinha visto o problema e eu acreditava que eles não iam errar tão feio, pois é, mas erraram.

Dica

Nunca troque a bateria na concessionária da Jac. A minha dica é trocar em uma oficina de confiança ou em uma loja especializada, lá eles mantém o carro energizado e você só paga a bateria nova e ainda tem uma vantagem, é muito mais rápido que a concessionária.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

45 K - Guincho

Após a parada definitiva de funcionamento do carro, só tinha uma saída, acionar a seguradora e chamar o guincho. Apesar de todos os problemas pelo menos deu para tirar algo positivo, a seguradora funciona muito bem, no caso a Porto Seguros. Agendei o guincho para as 08:00 da manhã seguinte e no dia e horário combinado o guincho estava lá para levar o Meu J3 de novo para a concessionária, onde eu estava disposto a resolver o problema de uma vez por todas.

Ao chegar no carro o responsável pelo guincho perguntou se não era bateria, respondi que achava improvável isso afinal de contas, segundo a concessionária o problema era o módulo de injeção. Com um equipamento de recarga ligado a bateria por alguns minutos não é que o carro funcionou.

Me senti um palhaço, ficou claro a partir daquele momento que a atualização do módulo de injeção não resolveu nada pois o defeito continuava da mesma forma

Mesmo com o carro funcionando decidi que iria de guincho para a concessionária, porque não tinha como prever se o defeito ocorreria de novo entre a minha casa e a concessionária. Chegando na concessionária a "consultora" recebeu o carro e chamou um técnico, informei a ela que acompanharia todo o trabalho para saber o que ele faria. Quando ele foi ligar o carro aconteceu a mesma coisa, não funcionou! Mesmo dando carga na bateria quando o guincho chegou a bateria tinha descarregado.

Foi testada a bateria com um equipamento e na hora visualizamos que a bateria realmente estava fraca. Questionei sobre o alternador, testamos o alternador e indicava que estava funcionando corretamente.

Então a partir desse momento troquei o seguinte diálogo com o técnico:

Eu: Mas e a luz de injeção que estava ligada? Disseram que fizeram uma atualização do módulo de injeção por isso o carro não estava funcionando, não falaram nada da bateria.
Técnico: Quando o carro não ligou tu insistiu em dar a partida?

Eu: Sim
Técnico: Então foi por isso que acendeu a luz de injeção, como carro não estava funcionando tu seguiu insistindo e ocorreu alguma anomalia e por isso a injeção ligou a luz no painel.

Eu: E a atualização que foi feita?
Técnico: Ah isso eu não sei dizer, por que não foi eu que fiz...

Mais uma vez tive a certeza que a atualização do módulo de injeção ou não foi feita ou se foi feita, foi em uma tentativa de erro e acerto para retirar ao código de falha da ECU do carro e apagar a luz de injeção do painel do carro.

Conclusão

Com aproximadamente 46 mil quilômetros ou quase 2 anos e meio teria que trocar a bateria do carro. Mas na Jac como sempre esse processo não seria fácil, sempre existe um porém, a troca da bateria eu vou detalhar em um post separado na sequência.

Até a próxima!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

45 K - De novo não bate arranque

Passado uns três dias do conserto do "módulo de injeção" o carro apresentou o mesmo defeito.

Dessa vez era de noite, estava chovendo e justo no local onde o carro estava havia faltado luz. Um local extremamente apropriado para dar um defeito no carro, só que não, porque dá para imaginar a insatisfação de ficar parado sob chuva no escuro. De novo após alguma insistência o carro funcionou e consegui ir embora.

E fazer o quê? Levar o carro de novo para a concessionária e ficar sem o carro por quanto tempo? Aliás parece que investigar e resolver o problema não é o forte da oficina da Jac, sem falar que não poderia perder diversas horas de novo devido ao trabalho.

Resolvi que usaria o carro de novo até apresentar um defeito convincente, pelo menos para apresentar algo para a concessionária.

Conversando com amigos e pesquisando sobre o problema uma das hipóteses que apareceu foi a bateria do carro estar fraca ou algo relacionado com o alternador. Mas essa hipótese era remota afinal de contas o que havia sido consertado na última visita a concessionária era o módulo de injeção.

Mais cinco dias depois do problema ter aparecido naquela noite, aconteceu a mesma coisa, de novo insistindo na tentativa de ligar o carro funcionou.

Nesse intervalo entre um problema e outro o carro funcionava normalmente.

Ficava claro para mim que a qualquer momento eu poderia ter a grata surpresa do carro não funcionar de forma definitiva, e foi o que aconteceu. 

Duas semana depois do conserto o carro parou de funcionar de forma definitiva, justo quando mais precisava, ia levar um familiar em uma consulta médica que estava agendada com bastante antecedência, pois a agenda do médico era bastante concorrida. Para não perder a consulta tivemos que chamar um taxi e deixar o carro na garagem.

Na próxima postagem a gota d'água...

sábado, 23 de agosto de 2014

45 K - Carro não bate arranque

Mais um post que resgato para atualizar o blog, dessa vez o evento ocorreu por volta de 45 mil quilômetros rodados.

Após percorrer alguns quilômetros e estacionar o carro por alguns minutos, simplesmente o carro não batia arranque. Depois de várias tentativas e com alguma insistência tentando ligar, o carro funcionou, mas a luz do óleo acendeu no painel do carro junto com a luz de injeção eletrônica. Decidi abortar o trajeto que faria com o Meu J3 e levei o carro de volta para a garagem.

No dia seguinte o carro bateu arranque normalmente, a luz do óleo estava desligada mas a luz da injeção permanecia ligada. Fui direto para a concessionária mais uma vez, chegando lá expliquei para a consultora o que havia acontecido com o carro. Como era cedo da manhã e não tinha chegado todos os carros da agenda da oficina ela me informou que eles fariam o ajuste no carro e em seguida estaria liberado.

Então resolvi esperar pelo carro na concessionária, o que se mostrou ter sido uma péssima escolha... A hora que cheguei na concessionária era mais ou menos 08:40 da manhã e o carro só foi liberado para mim as 11:59. Todos os clientes que levaram o carro na oficina (com hora marcada ou não) foram atendidos antes de mim e foram embora com o seu carro. Entendo que eu não tinha hora marcada, mas as 10:00 eu perguntei para a "consultora" se ia demorar e ela me informou que não, que já estavam descendo o carro da oficina.

Passei a manhã na concessionária da Jac Motors assistindo o programa da Ana Maria Braga, como se eu não tivesse nenhuma outra coisa para fazer. Custava ela me dizer que ia demorar??? Poderia ter ido para o meu trabalho e dar sequência a todos os compromissos e a tarde retornaria na concessionária para buscar o carro.

Depois de todas essas horas o carro foi entregue para a "consultora" por um apressado funcionário que saia para o seu almoço. Ao pegar o carro perguntei o que foi feito e o que era o problema, a "consultora" me informou que era um problema no módulo de injeção eletrônica e que foi feita uma atualização de software do módulo de injeção.

Confesso que achei a explicação um tanto quanto vazia, mas decidi não contestar até porque não tinha subsídios técnicos para isso.

Depois desse evento fiquei extremamente preocupado com o Meu J3, afinal de contas poderia ter ficado empenhado com o carro a qualquer momento. Utilizo bastante o carro para viajar com a família e fiquei imaginando a possibilidade disso acontecer em algum lugar bem longe de casa... Mas fazer o quê??

O negócio era esperar que o problema não ocorresse de novo.

Até o próximo post!

domingo, 17 de agosto de 2014

Revisão do JAC J3 40 mil km - Avaliação final

Finalizando a revisão dos 40 mil coloco nesse post a minha avaliação final desses 40 mil km rodados com o Meu J3.

O carro

Assim como já tinha falado na revisão nos 30 mil o carro não me parece ser ruim. Mas apresentou alguns defeitos nesses últimos 10 mil quilômetros que me fizeram ficar mais esperto e aumentar o monitoramento do carro.

Uma coisa foi o freio infinito que não foi algo grave mas que com certeza me deixaria empenhado se precisasse do carro para algum compromisso.

Outra coisa foi o problema das luzes de neblina dianteira, considero esse problema mais grave porque fiquei no meio da rua de noite tendo que esperar pelo seguro. Além do que, fiquei com uma pulga atrás da orelha, afinal o que mais que pode apresentar um problema elétrico?

Com relação ao motor e o barulho intermitente que relatei em outros posts, continuo presenciando a mesma coisa, já reportei isso na revisão e dizem que é normal.

A concessionária

Bom essa é a parte mais fácil de falar. O atendimento é péssimo sempre demora na concessionária mesmo quando temos hora marcada, sem falar que diversas outras pessoas são barradas e não podem acompanhar o serviço na oficina.

O e-mail de reclamação antes retornava alguma coisa, agora nem isso faz. Encaminham o e-mail para a concessionária e o responsável te liga tentando passar uma conversa, quando é questionado simplesmente não sabe responder e responde outra coisa.

Conclusão 

Ao comprar um carro devemos levar em conta não só o valor do carro e os opcionais, mas também a garantia e a qualidade de atendimento do pós venda. Os serviços de pós venda serão utilizados no mínimo durante a garantia do veículo, em um veículo com seis anos de garantia você terá que ir diversas vezes na concessionária.

O grande problema na minha opinião é ficar preso ao atendimento da concessionária por esse período, obviamente que irei pagar as revisões (mesmo com os aumentos elevados) mas isso faz parte do jogo, quando comprei o carro sabia que isso podia acontecer. O detalhe fica por conta da qualidade de atendimento, algo que é imensurável pois não temos como contabilizar isso.

Para ter uma relação custo / benefício do carro acredito que é necessário colocar na balança o carro e o serviço de pós venda que já utilizei. No meu caso, o péssimo atendimento somado a alguns pequenos problemas que o carro apresentou deixam essa relação estabilizada, mas daqui em diante qualquer outro fator pode desequilibrar a balança a favor do custo, infelizmente.

Preciso deixar claro que quando falo de custo não falo só de dinheiro $$$, falo também do tempo perdido na concessionária, dos pequenos contratempos que me obrigaram a desviar a minha rota e atrasar meus compromissos pessoais tendo que levar o carro para ser reparado ou acionando o seguro para uma simples recarga de bateria.

Por fim mas não menos importante, é preciso esclarecer que o significado de qualidade é algo bem subjetivo. Conversando com outros clientes da Jac é possível encontrar pessoas que reclamam da qualidade do atendimento ou da qualidade do carro mas também é possível encontrar pessoas que se dizem satisfeitas com tudo. Isso pode variar muito da experiência da pessoa ou do nível de exigência de cada um.

Posso ser considerado chato ou exigente demais, mas tenho experiência e por isso consigo ter parâmetros para comparar. Já que comprei o carro e sou obrigado a seguir as regras prefiro ser exigente, uma vez que estou pagando por todos os serviços e não pedindo um favor.

Era isso, essa avaliação ficou um pouco mais extensa mas acho que se faz necessário, exatamente para cumprir com o objetivo do blog que é de ser um diário de bordo sobre o carro e tudo que o cerca.

Abraço!

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Revisão do JAC J3 40 mil km - Parte I

Continuando a série de postagens afim de colocar o blog em dia depois de um longo tempo de inatividade, a postagem de hoje é sobre a revisão dos 40 mil quilômetros do Meu J3.

Após a frustração da revisão Top dos 30 mil (mais informações aquiaqui ), decidi que a revisão de 40 mil km seria a revisão a básica (mais informações sobre os dois tipos de revisões aqui).

Como o barulho no motor do carro passou a ser considerado "normal" (até me acostumei com o barulho) não tinha muita coisa a reclamar a não ser relembrar mais uma vez sobre o motor de regulagem do farol que estava desligado.

Na chegada da oficina a demora para conseguir largar o carro foi a mesma das outras revisões, após o  preenchimento da ficha de recebimento e revisão do carro expliquei sobre a regulagem do farol e fui embora.

No meio da tarde a "consultora" me ligou informando que era necessário trocar os filtros de cabine, obviamente que não autorizei isso pois seria mais um aumento de gasto com a revisão.

No final da tarde passei na concessionária para retirar o carro e a demora para pagar também se repetiu. Ao pegar o carro a "consultora" garantiu que estava arrumado o motor de regulagem do farol, fui direto olhar o motor de regulagem do farol e adivinhem o que aconteceu?

- Sim a resposta é essa mesma, continuava não funcionando!

Na próxima postagem a avaliação final da revisão.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

A revisão é TOP mesmo? Dica não faça...

Na revisão de 30 mil quilômetros eu acabei optando pela revisão TOP oferecida na concessionária.

Em outros carros que tive sempre procurei realizar a manutenção preventiva justamente para evitar a manutenção corretiva, mas com o carro já chegando a 30 mil quilômetros achei que a revisão TOP já estava na hora, justamente porque até o presente o momento nenhuma manutenção tinha sido realizada no carro e o mesmo começava a apresentar alguns defeitos como barulho no motor e eu tinha acrescentado alguns apontamentos extras como a regulagem do farol que não estava funcionando.

Após retirar o carro na concessionária percebi que o mesmo continuava praticamente da mesma forma que antes da revisão.

O barulho intermitente do motor  foi respondido pela concessionária que era normal, bom agora o barulho continuava intermitente da mesma forma mas cada vez mais alto ou mais duradouro.

E a regulagem do farol que estava desligada continuou desligada, mas na concessionária disseram que estava consertada.

Repensei bastante pois já estava de saco cheio de ter que retornar a concessionária, pois na prática uma visita na concessionária geralmente gera outra visita, simplesmente porque o carro é liberado com alguma pendência. Basta ler as demais postagens aqui no blog do Meu J3 para perceber isso, então resolvi novamente escrever mais um e-mail (presidente@jacmotorsbrasil.com.br) para reclamar.

Das outras vezes que enviei o e-mail obtive uma resposta meio automática e agora dessa vez nem isso recebi. Mas o responsável da concessionária entrou em contato comigo para falar sobre a referida reclamação.

Um dos meus questionamentos que era a regulagem de farol - que faz parte da revisão Top -  o responsável me disse que eles fazem a regulagem de forma manual sem olhar o motor de regulagem. Quando questionei porque não olharam mesmo estando anotado na ficha de recebimento do carro ele não soube me dizer.

E sobre o barulho do motor disse que estava tudo em ordem, mas se quisesse poderia levar o carro de novo para eles olharem novamente. Mas se estava tudo em ordem por que eu levaria o carro de novo?

Conclusão

Só me enrolou e quando foi questionado por que as solicitações que eu fiz não foram feitas ele não  soube responder. Acho que vou ter que esperar o carro estragar ou ficar empenhado para que descubram o que está acontecendo com o motor do carro, já que a Jac não quer olhar ou tem preguiça ou eles não sabem resolver mesmo.

Dica

Não faça a revisão Top. Faça o mínimo para manter a garantia do carro, os demais serviços que você puder faça fora da concessionária.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Revisão do JAC J3 30 mil km - Avaliação final

Depois de todas as idas e vindas da concessionária dá para começar a formar uma opinião um pouco mais completa.

O carro


O carro não me parece ser ruim, mas ele apresentou alguns detalhes que precisavam ser olhados mais atentamente. Não acredito sinceramente que uma empresa vai colocar um carro no mercado com garantia de 6 anos sabendo que o produto é ruim, seria um tiro no pé. Mas como todo e qualquer carro alguns imprevistos podem acontecer, cabe a concessionária reparar o problema ou dar alguma explicação razoável.

A concessionária

Nessa revisão eu não acompanhei o serviço dentro da oficina pois tinha outros compromissos mas confesso que começo a achar o atendimento da concessionária Jac (Porto Alegre) ruim.

O atendimento é burocrático, a hora agendada não serve para nada e nunca sabemos quando o carro será entregue. Isso é muito ruim porque dessa forma as pessoas não conseguem se agendar, eu não trabalho com o carro mas fico imaginando quem depende do carro para se locomover...

Acabei perdendo um tempo precioso dentro da concessionária e ainda por cima não resolveram nenhum dos problemas reportados ou deram uma explicação convincente. Aliás isso foi o que me deixou extremamente irritado com a concessionária, eu paguei por uma revisão Top que na prática eu não sei se foi totalmente executada pois não fizeram nem o básico que foi pedido.

Conclusão


Quando comprei o carro sabia que teria que levar o carro em todas as revisões na concessionária, mas não sabia que essa seria a pior parte. Continuo afirmando que a concessionária de Porto Alegre tem sido a principal razão do meu descontentamento com a marca e eu que achava que seria o carro.

Dica


Quem não pode perder tempo com revisões deve procurar outra montadora pois não recomendo a Jac Motors, começo a chegar a conclusão de que esse será o ritmo de trabalho da Jac. Cada revisão é um stress desnecessário.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Revisão do JAC J3 30 mil km - Parte II

Dando sequência a revisão dos 30 mil quilômetros, falo da entrega do carro.

No meio da tarde recebo a ligação da concessionária para ir buscar o carro, como sempre o horário que termina a revisão é uma incógnita. Então aviso que vou buscar no final da tarde.

Chegando lá recebo o carro como sempre com a mesma lavagem sem vergonha. A consultora falou que tudo foi realizado, mas que (sempre tem um alguma coisinha né) o barulho no motor estava normal assim como o freio e que o regulador de farol estava ligado.

Parti então para o pagamento, pois estava atrasado. Chegando no caixa tinha três pessoas na minha frente, bom quem acompanha os posts sabe que digo que o atendimento é demorado, mas desse vez se superaram e me fizeram ficar esperando 35 minutos. Isso mesmo 35 minutos para realizar um pagamento com débito onde a atendente nem precisa contar o dinheiro e a máquina aprova o pagamento em cinco segundos.

Sai com o carro na correria, no meio do caminho resolvi testar a regulagem do farol e adivinhem o que aconteceu? Não estava funcionando, mas cacete eu pedi para olharem e a consultora disse que o serviço tinha sido realizado. Cara de pau? Safadeza? Poderia a oficina ter mentido para a consultora  (afinal ela não executa o serviço)?

Não interessa! Para quem é cliente afinal importa que não fizeram o serviço e na revisão Top estava incluído o alinhamento de faróis. Desconfiei que não olharam nada no motor sobre o barulho reportado, afinal alguns quilômetros depois o carro voltou a apresentar o mesmo barulho, senão olham a regulagem de um simples farol vão olhar um "barulhinho" no motor?

Na real começo a achar que não revisam nada nunca como já havia reportado aqui na revisão dos 10 mil. Como tinha escrito na referida postagem tinha dúvida se eles olhavam o que a gente reclamava de fato, pois depois dessa revisão tive a quase certeza de que não olham nada.

No próximo post a avaliação final do Meu J3, até lá.


segunda-feira, 28 de julho de 2014

Revisão do JAC J3 30 mil km - Parte I

Dando continuidade ao resgate das postagens dedico a próxima sequência de posts para falar sobre a revisão dos 30 mil quilômetros, então vamos lá!

Liguei na concessionária e agendei a revisão por telefone. Desconfiando de que ocorreria a mesma coisa que houve nas outras revisões - de chegar na hora da revisão e eu não estar na agenda da oficina - FRISEI para a atendente que queria o meu nome na agenda.

No dia e na hora combinada lá estava eu na concessionária e para minha surpresa haviam colocado uma TV no setor onde ficam os "consultores técnicos", nessa TV ficava passando os horários agendados com o nome do proprietário do veículo bem como o "consultor" responsável.

E finalmente em uma revisão agendada lá estava o meu nome, porém, termina ai o momento de alegria. O horário agendado mais uma vez não serviu pra nada, me atenderam com quase meia hora de atraso.

Como já estava na revisão dos 30 mil km e até o presente momento não tinha feito nenhuma revisão mais profunda resolvi escolher a revisão Top (mas informações sobre os tipos de revisão aqui).

Expliquei para a "consultora" tudo que queria que olhasse no carro além do que já era programado. Como o barulho no motor (relatado aqui e aqui), os freios (relatado aqui), o motor de regulagem do farol (relatado aqui). Tudo anotado pela "consultora" em seu ficheiro de papel.

Então expliquei que queria que realizasse o rodízio dos pneus afinal isso é necessário para que o desgaste dos pneus seja uniforme. Dai a "consultora" (agora vocês vão entender porque sempre escrevo consultora entre aspas) se abaixou, olhou o pneu e disparou: não precisa trocar a gente só troca quando os pneus estão gastos...

Bom então expliqei que eu queria o rodízio, geometria, balanceamento e tudo mais que estava na revisão TOP independente de estar gasto ou não, afinal de contas eu estava pagando.

Na próxima postagem a continuação da revisão dos 30 mil km do meu J3.

Valeu!

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Acidente de Percurso - Final

Finalizado o conserto do carro após a batida relatada anteriormente. O tempo de conserto demorou quase uma semana.

No dia combinado com a concessionária, passei lá olhei o carro e fui embora com o Meu J3. No dia seguinte a surpresa, o carro tinha ficado muito bom em relação ao alinhamentos dos itens, porém, a parte de cima do capô que vem de fábrica sem pintura e foi pintada pela concessionária parecia que tinha sido lixada com bombril, havia muitos riscos.

Voltei a concessionária e mostrei os riscos, prontamente me encaminharam para uma área onde um técnico fez um polimento, esse polimento deu uma BOA melhorada mas longe de ficar perfeito.

Outra coisa que descobri foi que não ligaram o motor elétrico de regulagem de altura do farol esquerdo, justamente o farol que foi trocado. Conversei com o técnico e combinamos de fazer isso na revisão dos 30 mil quilômetros que já se aproximava, pois ia demorar e eles não tinham horário na oficina, etc, etc, etc.

Cansado de ter que voltar a concessionária, agradeci a "cortesia" e fui embora.

Avaliação

Nesse caso diversos itens podem observados, afinal essa foi uma chance de observar algo em relação a reposição de peças e o serviço de funilaria.

  •  Apesar de não ter as peças na concessionária até que o tempo de espera foi satisfatório, foram 4 dias.
  • O tempo de execução também foi dentro do normal.
  • O serviço não foi executado dentro da concessionária. Descobri depois que o serviço foi repassado para uma oficina terceirizada em outro local da cidade, nesse caso uma revisão mais atenta da concessionária antes de entregar o carro seria bem útil.
  •  A qualidade final deixou um pouco a desejar, afinal parece que não fizeram nenhuma revisão no carro quando ele foi liberado pela outra oficina. E fica a pergunta: será que se fosse algo relacionado ao motor também teriam esquecido de ligar alguma coisa?

Até a próxima!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Acidente de Percurso - Parte II

Dando continuidade aos resgate das postagens e a saga do acidente de percurso reportado anteriormente agora é vez do processo de orçamento na concessionária.

Após ter que pressionar o corretor para agendar a vistoria, consegui a confirmação da data. Já se passava uns 5 dias corridos do acidente. Liguei na concessionária e confirmei a data que levaria o carro para a realização do orçamento.

Chegando lá o funcionário responsável pelo orçamento me recebeu e já começou o preenchimento de uma "ficha de recebimento e orçamento". Aqui abro um parêntese, sempre tem um preenchimento de uma ficha de forma manual na concessionária da JAC, confesso que isso me parece meio arcaico com tanta tecnologia mas enfim.

Uma rápida olhada e já foi detectado que seria necessário trocar o farol esquerdo que teve sua lente danificada, o para-choque que era de plástico e estava quebrado e o capô. Sobre o capô o funcionário me mostrou uma coisa que eu não sabia, o J3 possui uma tecnologia de absorção de impacto. Em determinado ponto ao absorver o impacto o capô fica com algumas ranhuras que apontam a necessidade de substituição total da peça, já que a mesma "perde" a capacidade de absorver novos impactos.

Como ele precisava verificar mais detalhadamente e eu tinha compromisso deixei o carro na concessionária, pois mais tarde passaria o responsável da seguradora para realizar a vistoria.

Mais tarde o funcionário me ligou informando que a seguradora havia realizado a vistoria e liberado o conserto e que podia pegar o carro novamente.  Na chegada o funcionário me informou que eles não tinham as peças em estoque e que fariam o pedido, enquanto isso o carro estava liberado para rodar pois não havia danificado nada mecânico nem da sinalização pois o farol continuava funcionando.

Não conheço sobre o mercado de peças de uma concessionária, mas acredito que capô, para-choques e farol são itens que tem bastante saída pois é extremamente comum esse tipo de batida, mas fazer o quê!? teria que esperar as peças virem de SP para o RS. Esse processo demorou  4 dias, após a chegada o funcionário me ligou informando que poderia levar o carro.

Dica 1
A foto abaixo mostra o exato local aonde ficam os amassados, esses amassados ficam como se tivessem riscado a chapa metálica. Na foto já está o capô original que foi colocado, infelizmente na correria esqueci de tirar uma foto do capô com defeito.

Dica 2
Ao comprar um Jac que tenha o mesmo capô fique atento a esse detalhe, pois pode ser que capô tenha sido apenas recuperado visualmente, mas a sua função de proteção estará comprometida. No caso de um capô novo fique tranquilo, pois o mesmo possui a mesma eficiência que o anterior.

Na próxima postagem o conserto e a entrega do carro.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

A "olhada"

Comentei na postagem anterior sobre um barulho proveniente do motor, como havia dito esse barulho era intermitente.

Liguei na concessionária e reportei o ocorrido, então a consultora disse para dar uma passada na concessionária.

Chegando lá o barulho havia sumido (maldita intermitência), bom então o técnico encaminhado pela consultora, que disse ter "trocentos" anos de experiência escutou o motor e disse que estava normal a princípio, mas se quisesse, eu podia deixar o carro para ele avaliar mais detalhadamente.

Suspeitando que ficaria sem o carro por um dia e que ele não chegaria a nenhuma conclusão, eu agradeci e disse que liberaria o carro na revisão dos 30 mil pois faltava pouco para isso.

Até o próxima!