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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

54 K - Cheiro de queimado

Com 54 mil km aproximadamente um forte cheiro de algo queimado começou a invadir o habitáculo do carro.

Parei o carro no acostamento e fui olhar o motor na esperança de identificar a origem, mas como vocês devem imaginar não identifiquei nada.

Prossegui usando o carro normalmente em outros dias, sempre de olho no marcador da temperatura e de tempos em tempos inspecionava o carro na esperança de identificar algo.

Com o tempo o cheiro forte sumiu mas de tempos em tempos dava pra sentir um pouco do cheiro.

O problema

Não sei e nunca saberei, o cheiro parecia ser de plástico queimado mas de vez em quando lembrava um pouco o cheiro de água fervida. Ou talvez já estivesse procurando chifre em cabeça de cavalo...

Podia ser de algum chicote elétrico encostado em alguma peça plástica ou ainda algo que passei por cima na estrada e acabou se fixando em alguma parte quente, essa é a teoria que eu mais quero acreditar. Pois dessa forma isso explicaria por que o cheiro diminuiu consideravelmente, afinal não quero acreditar em outro problema intermitente no Meu J3.

Moral da história

Sabendo que se levasse o carro na oficina da JAC não iriam resolver nada pois não apresentava nenhuma evidência clara do problema, e pior, perderia tempo, dinheiro e ainda me incomodaria, resolvi por em prática o que havia falado quando o carro estava com 51K (Reta final?)

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

53 K - Lâmpada do farol de neblina

Com 53300 quilômetros a luz de neblina direita queimou, como o carro já estava com os sintomas do fantasma do EPC resolvi ligar para a "consultora" e combinar uma ida a concessionária.

 Como o foco hoje é a luz de neblina o assunto sobre o EPC vai ficar para o próximo post.

Fui ao departamento de peças da JAC e me informaram que a lâmpada custava míseros 49 reais e 55 centavos, na ingenuidade perguntei se esse era o preço da lâmpada instalada, e a resposta foi negativa.

Para instalar a lâmpada a JAC cobraria mais 30 minutos de mão de obra, ou seja, mais 80 reais. Na soma total o custo seria de 129 reais e 55 centavos para trocar uma lâmpada do farol de neblina.

Obviamente que eu não autorizei a execução do serviço eu tão pouco comprei a lâmpada, pois esse é um valor estratosférico na minha opinião.

Comecei então uma pesquisa na internet para descobrir o preço de uma lâmpada compatível para o Meu J3. No caso, para o farol de milha a lâmpada deve ser do tipo H3, no popular muita gente chama essa lâmpada de H3 com rabicho. Isso por que atrás da lâmpada sai um fio de alimentação um pouquinho mais comprido para conectar no suporte do farolete.

Nas minhas pesquisas na internet foi possível encontrar lâmpadas por 8 reais, isso mesmo 8 reais. Só que uma lâmpada desse tipo é algo bem delicado pra comprar pela internet, fiquei com receio de estragar no transporte e depois ter que correr de atrás para trocar. Como estava com pressa para realizar a troca e temendo uma economia porca, acabei comprando a lâmpada da marca Philips em uma autopeça perto da minha casa, e pasmem, paguei 16 reais.

Mesmo comprando a lâmpada em uma loja física acabei realizando uma economia de quase 34 reais, só na lâmpada. Agora era hora de colocar a mão na massa...

Para trocar a lâmpada é preciso retirar alguns parafusos philips que prendem a proteção de plástico que fica no paralamas acima do pneu, depois basta empurrar um pouco pro lado e você terá acesso ao farolete.

Para facilitar a troca é melhor remover o suporte do farolete completo, ele é preso por um conjunto de três parafusos. São dois parafusos laterais e um que fica na parte de cima, os parafusos laterais são bem fáceis de serem removidos. O grande pepino é o parafuso que fica na parte de cima, ele fica em um lugar de difícil acesso, e a minha chave philips era um pouco grande com isso tive que fazer uma ginástica para retirar o parafuso. Depois foi só trocar a lâmpada e montar tudo de novo.

Acredito que toda essa dificuldade ocorreu por que eu não tinhas as ferramentas certas para isso, mas bem que a engenharia da JAC poderia ter facilitado um pouco mais rsrsrsrs.

Conclusão

Uma simples troca de uma lâmpada do farol de neblina que na concessionária custaria R$ 129,55 saiu por R$ 16, uma economia de R$ 113,55.

Dica

Se você não quiser fazer o serviço em casa, leve o carro em uma loja especializada. Vai sair muito mais barato que na concessionária. Mas lembre-se: utilize produtos de qualidade e não permita o corte de nenhum chicote elétrico pois isso pode invalidar a sua garantia.

Lâmpada queimada e o parafuso chato de sair
Caixa da lâmpada nova, a lâmpada queimada e o parafuso chato de remover...

sábado, 6 de setembro de 2014

49 K - Bug nas luzes de neblina dianteira

Depois do primeiro problema das luzes de neblina dianteira, as luzes agora resolveram dar outro tipo de problema, com aproximadamente 49 mil quilômetros rodados ou 2 anos e 5 meses de uso.

Depois do primeiro problema que elas apresentaram eu peguei o hábito de desligar as luzes manualmente na alavanca que fica na coluna da direção.

Mas e não é que mesmo assim elas insistem em continuar ligadas.

Os faroletes como são conhecidas essas luzes são acionados em um botão separado no painel do Meu J3. Mas não basta acionar esse botão no painel, as luzes só ficam acessas quando a alavanca de acionamento das luzes de posicionamento é ativada.

Na prática as luzes de posicionamento do Meu J3 são aquelas lâmpadas pequenas que ficam ao lado do farol e as sinaleiras traseiras. Quando o botão das luzes de neblina dianteira - ou faroletes, como queiram - está ativado as luzes são ligadas automaticamente.

Ando sempre com os faroletes ligados por que considero que fica um visual mais bonito e também por que de fato auxiliam no aumento da visibilidade durante a noite.

Ocorre que a alavanca que fica na direção possui dois estágios, o primeiro liga as luzes de posicionamento e o segundo liga o farol baixo.

Portanto, quando desligamos o farol baixo e as luzes de posicionamento, colocando a alavanca no estágio zero era para desligar todas as luzes do carro. A palavra que usei foi "era", por que nem sempre desliga.

Solução

A solução que encontrei foi na base da tentativa e erro, uma vez que, ou tirava a bateria ou tirava o fusível. "Basta" religar os faróis e deligar novamente, algo partindo do princípio do Windows mas ao contrário, no caso ligado e desligando novamente.

Será que mais alguém também teve esse problema ou eu fui o único premiado?

Valeu!

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

48 K - Buzina intermitente?!? WTF!

Com aproximadamente 48500 quilômetros rodados ou 2 anos e seis meses de uso, a buzina do Meu J3 parou de funcionar.

Quando fui buzinar para alertar um cachorro que tentava atravessar a rua a buzina simplesmente não funcionou, sorte que consegui desviar a tempo. Depois realizei diversas tentativas para ver se a buzina voltava a funcionar e nada. 

Algumas horas depois testei novamente e a buzina funcionou normalmente, parecia um louco buzinando pro nada.

Agora a buzina funciona quando quer...

Até o próximo causo. 

domingo, 31 de agosto de 2014

Reclamação

Após a confusão da bateria resolvi escrever mais um e-mail para a Jac e reclamar, dessa vez recebi uma resposta informando que estariam analisando a reclamação. A principal reclamação foi o fato de ter levado o carro na concessionária e ter esperado uma manhã inteira sem resolver o problema e ainda ter ficado empenhado diversas vezes depois até descobrir o real problema.

Mais tarde o responsável da concessionária me ligou dizendo que tinha analisado as informações que estavam cadastradas no sistema.

A primeira coisa que ele argumentou foi a de que realmente era necessária uma atualização no módulo de injeção e que isso não estava relacionado com a bateria. Como resposta eu repeti o que o técnico tinha me falado durante a troca da bateria, que provavelmente a luz de injeção estava ligada porque insisti em dar a partida com a bateria fraca.

Continuando o diálogo eu perguntei então quem estava falando a verdade, o técnico ou ele, afinal de contas eu tinha dois diagnósticos diferentes para o mesmo problema. A resposta do responsável foi a mais vazia possível, de que software era software e era preciso atualizar, e que "nós" os mais novos sabíamos que tinha que atualizar.

Quando perguntei sobre a luz do óleo que ligou no painel e qual foi a causa ele não soube responder...

Sabendo que a conversa não ia resolver nada e que só ia perder o meu tempo ao telefone, encerrei a conversa com a certeza de que o responsável não ia reconhecer um possível erro.

Agora imaginem o cenário hipotético: o módulo de injeção descobre que está com o software desatualizado e depois disso ele impede o carro de dar a partida, mas então o módulo descobre que o motorista insiste e permite a partida do motor mas não sem antes ligar a luz de injeção e a luz do óleo.

Alguém consegue imaginar o cenário descrito acima? Pois é, foi exatamente esse cenário que tentaram me fazer acreditar ser possível de existir. Puxa vida que carro inteligente... #SQN

Pelo menos, como ponto positivo se é que podemos chamar isso de positivo, depois da troca da bateria o carro voltou a bater arranque normalmente e não fiquei mais empenhado com o carro.

Depois de uma rápida pesquisa na internet é fácil encontrar pessoas reclamando da bateria da Jac, a vida útil de uma bateria pode variar devido a diversos fatores. Mas fica claro que as baterias originais não são tão eficientes.

Para finalizar, a bateria é item de desgaste comum, não sendo coberta pela garantia total.

Até a próxima.

sábado, 9 de agosto de 2014

33 K - Freio infinito - Final

Dando sequência a postagem anterior eu comento nesta postagem como foi a retirada do fusível bem como a solução final da concessionária. 

A retirada da tampa de fusíveis foi fácil assim como foi fácil ler o esquema elétrico dos fusíveis na parte de trás da tampa, abaixo tem duas fotos mostrando o local da caixa de fusíveis bem como o esquema elétrico dos fusíveis do Jac J3.












 

Na imagem acima eu destaquei dois pontos, o ponto mais acima mostra a localização da pinça de fusíveis e o ponto mais abaixo a localização do fusível de freio. Na imagem abaixo tem o destaque para o fusível que deve ser retirado.





 Mas e porque precisamos de uma pinça? - Porque o espaço para retirar o fusível com os dedos é mínimo e ele fica bem preso quase colado no quadro de fusível, para isso devemos usar a pinça de fusíveis que como podemos ver no esquema está acima dos fusíveis.

Ai é que começa de fato o problema, nem na foto eu consegui fotografar a pinça, você tem que enfiar os dedos dentro da caixa de fusíveis que tem um espaço mínimo e fazer mágica para conseguir retirar a peça. Fiquei uns 10 minutos tentando retirar a peça, ainda bem que não era nenhuma "urgência", e para colocar de volta no lugar foram mais uns 10 minutos.

Após a retirada do devido fusível as luzes se apagaram e dessa forma eu não ficaria sem bateria, e na manhã seguinte lá estava eu na concessionária (mais uma vez). Expliquei o problema para a consultora e ela chamou um técnico, ele olhou e fez como a luz do EPC,  matou a charada de cara.

Era praticamente o mesmo defeito da embreagem que fazia a luz do EPC acender, no caso do freio o interruptor da luz de freio é acionado quando o freio é pressionado. Dessa forma ao pressionar o freio fecha o contato e as luzes de freio são acionadas, como ressecou o suporte que liga o pedal de freio ao interruptor, ele não era desligado.

Esperei uns 15 minutos o técnico arrumar, enquanto esperava visualizei outros dois J3 com o mesmo problema, parece que isso é um problema comum.

Conserto realizado em garantia, 15 minutos depois eu já estava liberado.

Espero que esse post seja útil para alguém.

Até a próxima.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

36 K - Freio infinito - Parte I

Por volta dos 36 mil quilômetros aconteceu algo meio bizarro com o Meu J3... Chamei esse evento de freio infinito.

No final da tarde após um rápido deslocamento com o J3 a minha esposa me ligou avisando que o carro estava com as luzes de freio ligadas inclusive o brake light (a luz que fica na parte superior do para brisa traseiro e acende junto quando as luzes de freio são acionadas), mesmo com o carro desligado as luzes permaneciam acesas. Perguntei se o freio estava funcionando normalmente e a resposta foi positiva.

Com o carro devidamente estacionado na garagem de casa comecei a pensar que tipo de atitude poderia tomar para evitar algo mais grave, afinal as lanternas traseiras estavam bem quentes pois fazia algum tempo que estavam ligadas ininterruptamente.

A primeira atitude que tive foi a de ligar o carro para ver se ainda tinha bateria, após o ocorrido com as luzes de neblina sabia que se deixasse as luzes ligadas por muito tempo não poderia ligar o carro de novo. Queria evitar de ter que chamar o seguro de novo, mas de qualquer forma precisaria levar o carro até a concessionária.

O carro estava ligando portanto ainda tinha bateria. Então a ação básica seria cortar o fornecimento de energia do carro para que as luzes não gastassem a bateria e poder levar o carro para concessionária no dia seguinte sem alguma ajuda externa. Tinha duas opções: remover os cabos da bateria ou procurar e desligar os fusíveis das luzes de freio.

Optei pela segunda opção por alguns motivos:
  • Evitar de perder tempo na manhã seguinte tendo que religar os cabos,
  • Perder a memória do rádio e da ECU (alguns componentes eletrônicos precisam da energia da bateria para manter as configurações e programação por exemplo), etc.

Outro motivo que me fez escolher os fusíveis foi justamente porque atualmente é bem raro alguma pessoa comum ter de utilizar os fusíveis para um procedimento de "urgência", resolvi testar como seria esse procedimento olhando apenas as instruções impressas na parte de trás da tampa de fusíveis.

Decidi colocar esse texto sobre o "freio infinito" em duas partes porque a retirada do fusível "merece" uma postagem a parte.

Na sequência a parte II, valeu.

domingo, 3 de agosto de 2014

33 K - Cuidado com as luzes de neblina dianteira

Dando sequência ao resgate das postagens, hoje conto um evento que ocorreu no Meu J3 por volta dos 33 mil quilômetros e me deixou sem bateria.

O J3 tem possui um sistema de proteção para evitar que o veículo permaneça com as luzes ligadas caso o motorista tenha esquecido de desliga-las. Esse sistema possui um funcionamento simples, ao retirar a chave da ignição e abrir a porta do motorista as luzes são automaticamente desligadas.

Devido a esse sistema eu peguei o péssimo hábito de não deligar as luzes manualmente de vez em quando, principalmente quando era uma parada rápida.

Certo dia eu liguei as luzes de neblina durante uma forte chuva no final da tarde, ao estacionar o carro na rua a chuva já tinha parado e eu "esqueci" desligar os faróis. Ao retornar para o veículo estranhei que as luzes de neblina dianteira estavam ligadas, o sistema que desliga as luzes falhou.

Ocorre que ao sair do veículo ainda estava claro e por esse motivo eu não percebi que as luzes de neblina dianteira estavam ligadas. As luzes de posicionamento (também conhecidas como sinaleira) e as lanternas traseiras haviam sido desligadas pelo sistema menos as luzes de neblina.

Entre estacionar o carro e voltar se passaram algo em torno de duas horas, o suficiente para gastar a bateria com as luzes de neblina que no J3 são bem fortes e não dar a partida no carro. Tive que acionar o seguro e esperar uns 30 minutos até que a seguradora fosse lá e com uma carga rápida o carro desse a partida.

Dica


Nunca confie cegamente no sistema que desliga as luzes automaticamente, você pode ficar empenhado em algum lugar sem bateria devido a um mau funcionamento desse sistema. Melhor desligar os faróis manualmente dentro do carro para evitar imprevistos.

Agora cada vez que saio do carro mesmo desligando as luzes manualmente eu sempre dou uma olhadinha básica.

Espero que essa dica seja útil para alguém, até a próxima.