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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

50 K - Troca das pastilhas de freio

A alguns posts atrás eu falei que troquei as pastilha de freio, mas essa troca não foi realizada na concessionária.

Para trocar as pastilhas de freio do Meu J3 na concessionária teria que gastar 376 reais, 216 reais do kit de pastilhas e 160 de uma hora de mão de obra. Achei esse valor um tanto caro e decidi não autorizar a execução do serviço.

Acabei trocando na DRS de Porto Alegre a um custo de 270 reais, 190 pelo kit de pastilhas da Fras-le e mais 80 de mão de obra.

Falow!

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Revisão do JAC J3 50 mil km - Parte II

Continuando as postagens sobre a revisão dos 50 mil km...

Agendamento

Dessa vez o agendamento no telefone foi rápido e eficiente, pois ao chegar na concessionária o meu nome estava na agenda da oficina, já comentei em outras postagens que isso não tinha acontecido e é uma situação bem chata.

Recebimento e checklist

O horário agendado era as 9 horas e pontualmente eu estava lá. O horário que a "consultora" me recebeu e começou o preenchimento do checklist era exatamente 09:17, ou seja, 17 minutos de atraso. Mas convenhamos que 17 minutos é normal, acontece, não vejo isso como um absurdo e considero que fui atendido dentro de um horário aceitável.

Não foi questionado nada se eu tinha alguma observação sobre o carro, claro que eu poderia ter falado alguma coisa também mas acredito que esse tipo de atitude passa uma impressão de que a concessionária está interessada em resolver os problemas. Eu não falei nada justamente para saber o que a oficina iria detectar no carro, pois eu sei alguns dos detalhes que poderiam ser apontados por eles.


Necessidade de substituição de peças e entrega do carro

A entrega do carro na Jac é daquela forma, o cliente nunca sabe o horário exato, a consultora informa um horário aproximado e depois liga informando que o carro está pronto ou que tem algo a ser feito e solicita autorização para execução do serviço.

No meu caso a ligação da consultora informou a necessidade de troca das pastilhas de freio e necessidade de troca dos pneus, na mesma ligação ela já me informou a hora que o carro estaria liberado.

A troca de pastilhas eu já sabia que era uma necessidade, para realizar a troca das pastilhas na concessionária eu teria que pegar 216 reais pelo kit de pastilhas e mais uma hora de trabalho que é 160 reais, totalizando 360 de reais. Achei esse valor um tanto salgado e decidi não autorizar a troca das pastilhas.

Sobre os pneus eu nem cheguei a perguntar o preço, falo nas próximas postagens por que não pretendo trocar os pneus agora. O que me deixou um pouco surpreso foi o apontamento da oficina de que era necessário trocar os pneus, evidente que os pneus estão desgastados principalmente os traseiros mas não a ponto de troca.

Não sugeriram sequer um rodízio dos pneus durante 50 mil quilômetros e vão de cara apontar a necessidade de troca, era óbvio que os pneus se desgastariam mais rápido por que só fiz um rodízio nos 30 mil quilômetros quando optei pela revisão TOP, e foi só por que eu solicitei, ninguém deu uma sugestão, pelo contrário, me disseram que só faziam rodízio quando o pneu estivesse desgastado. Já falei sobre isso nessa postagem dos 30 mil quilômetros.

Alguns itens que eu sei que precisam ser revisados e/ou substituídos e que a oficina não apontou nada sobre isso:

  • Filtros de cabine que precisam ser substituídos;
  • Suspensão fazendo diversos barulhos, tanto na parte da frente como na parte de trás do carro;
  • Troca do suporte do escapamento que fica no assoalho do carro e que está arrebentado.

Cheguei na concessionária, peguei a ordem de serviço com a "consultora" e fui para o caixa realizar o pagamento. Já estava preparado para ficar esperando um tempão como já tinha dito aqui, mas dessa vez o pagamento foi rápido. Não sei se essa eficiência toda é por que não tinha ninguém na minha frente e o caixa estava livre, mas o que importa é que o Meu J3 já estava liberado e me esperando para ir embora.

No próximo post a avaliação da revisão de 50 mil quilômetros, até lá.

sábado, 9 de agosto de 2014

33 K - Freio infinito - Final

Dando sequência a postagem anterior eu comento nesta postagem como foi a retirada do fusível bem como a solução final da concessionária. 

A retirada da tampa de fusíveis foi fácil assim como foi fácil ler o esquema elétrico dos fusíveis na parte de trás da tampa, abaixo tem duas fotos mostrando o local da caixa de fusíveis bem como o esquema elétrico dos fusíveis do Jac J3.












 

Na imagem acima eu destaquei dois pontos, o ponto mais acima mostra a localização da pinça de fusíveis e o ponto mais abaixo a localização do fusível de freio. Na imagem abaixo tem o destaque para o fusível que deve ser retirado.





 Mas e porque precisamos de uma pinça? - Porque o espaço para retirar o fusível com os dedos é mínimo e ele fica bem preso quase colado no quadro de fusível, para isso devemos usar a pinça de fusíveis que como podemos ver no esquema está acima dos fusíveis.

Ai é que começa de fato o problema, nem na foto eu consegui fotografar a pinça, você tem que enfiar os dedos dentro da caixa de fusíveis que tem um espaço mínimo e fazer mágica para conseguir retirar a peça. Fiquei uns 10 minutos tentando retirar a peça, ainda bem que não era nenhuma "urgência", e para colocar de volta no lugar foram mais uns 10 minutos.

Após a retirada do devido fusível as luzes se apagaram e dessa forma eu não ficaria sem bateria, e na manhã seguinte lá estava eu na concessionária (mais uma vez). Expliquei o problema para a consultora e ela chamou um técnico, ele olhou e fez como a luz do EPC,  matou a charada de cara.

Era praticamente o mesmo defeito da embreagem que fazia a luz do EPC acender, no caso do freio o interruptor da luz de freio é acionado quando o freio é pressionado. Dessa forma ao pressionar o freio fecha o contato e as luzes de freio são acionadas, como ressecou o suporte que liga o pedal de freio ao interruptor, ele não era desligado.

Esperei uns 15 minutos o técnico arrumar, enquanto esperava visualizei outros dois J3 com o mesmo problema, parece que isso é um problema comum.

Conserto realizado em garantia, 15 minutos depois eu já estava liberado.

Espero que esse post seja útil para alguém.

Até a próxima.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

36 K - Freio infinito - Parte I

Por volta dos 36 mil quilômetros aconteceu algo meio bizarro com o Meu J3... Chamei esse evento de freio infinito.

No final da tarde após um rápido deslocamento com o J3 a minha esposa me ligou avisando que o carro estava com as luzes de freio ligadas inclusive o brake light (a luz que fica na parte superior do para brisa traseiro e acende junto quando as luzes de freio são acionadas), mesmo com o carro desligado as luzes permaneciam acesas. Perguntei se o freio estava funcionando normalmente e a resposta foi positiva.

Com o carro devidamente estacionado na garagem de casa comecei a pensar que tipo de atitude poderia tomar para evitar algo mais grave, afinal as lanternas traseiras estavam bem quentes pois fazia algum tempo que estavam ligadas ininterruptamente.

A primeira atitude que tive foi a de ligar o carro para ver se ainda tinha bateria, após o ocorrido com as luzes de neblina sabia que se deixasse as luzes ligadas por muito tempo não poderia ligar o carro de novo. Queria evitar de ter que chamar o seguro de novo, mas de qualquer forma precisaria levar o carro até a concessionária.

O carro estava ligando portanto ainda tinha bateria. Então a ação básica seria cortar o fornecimento de energia do carro para que as luzes não gastassem a bateria e poder levar o carro para concessionária no dia seguinte sem alguma ajuda externa. Tinha duas opções: remover os cabos da bateria ou procurar e desligar os fusíveis das luzes de freio.

Optei pela segunda opção por alguns motivos:
  • Evitar de perder tempo na manhã seguinte tendo que religar os cabos,
  • Perder a memória do rádio e da ECU (alguns componentes eletrônicos precisam da energia da bateria para manter as configurações e programação por exemplo), etc.

Outro motivo que me fez escolher os fusíveis foi justamente porque atualmente é bem raro alguma pessoa comum ter de utilizar os fusíveis para um procedimento de "urgência", resolvi testar como seria esse procedimento olhando apenas as instruções impressas na parte de trás da tampa de fusíveis.

Decidi colocar esse texto sobre o "freio infinito" em duas partes porque a retirada do fusível "merece" uma postagem a parte.

Na sequência a parte II, valeu.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Estrada de chão e alguns testes

Dando sequência a atualização das postagens hoje vou falar sobre alguns testes que fiz com o Meu J3.

Coloquei o Meu J3 na estrada asfaltada com chuva e os limpadores deram conta do recado, no J3 existem três opções de velocidade: rápida, intermediária e uma opção que permite o controle fino do intervalo de execução. Esse ajuste é muito legal pois permite ajustar exatamente o intervalo de execução dos limpadores.

Mas a parte mais legal dessa viagem fica por conta dos trechos de estrada de chão que fiz com o Meu J3, dessa forma pude realizar alguns testes mais específicos que queria realizar.

Olhem a estradinha de chão que me esperava com apenas 5297 quilômetros rodados...


Com essa estradinha escorregadia e cheia de buracos os meus testes se concentraram basicamente nos seguintes itens:
  • Direção
  • Freios
  • Suspensão
  • Vedação das borrachas das portas e porta malas
Mas antes do texto dos testes algumas fotos que tirei do Meu J3 no local aonde a estrada terminava.










Depois das fotos os meus comentários sobre o que testei.

Direção
Como já citei em outras postagens a direção hidráulica é bem leve o único inconveniente continua sendo o ângulo da direção (também conhecido como jogo da direção) pois manobrar o carro em lugares mais apertados exige uma quantidade maior de manobras.

Freios
Esse foi um dos principais pontos que queria testar. Como a estrada ficava em um área rual de uma cidade rural já dá para concluir que não tinha ninguém por lá, ideal para realizar testes de frenagens mais bruscas e principalmente com buracos na estrada.

Mas o que os buracos tem a ver com os freios?
Eu já tinha passado por uma situação de frear o carro após uma elevação do asfalto e o freio fez um barulho estranho e senti uma frenagem diferente do normal. Então resolvi realizar esses testes numa estrada de chão que possui diversos buracos e ondulações e consegui simular a mesma situação.

Para o meu espanto o que ocorre é o seguinte, quando você pisa no freio e as rodas perdem o contato com o solo por algum motivo (buraco, quebra mola, elevações na pista, etc) por alguns milésimos de segundo é como se o sistema de ABS apresentasse um bug. Ele não trava as rodas mas é possível escutar um barulho de ferro com ferro e o freio perde a sua eficiência, ele para o carro mas em um espaço maior do que em situação normal.

É uma situação muito inconveniente isso porque o pedal do freio está todo acionado e o carro continua rodando, obviamente que estou levando em conta o terreno sobre o qual estava freando o carro e ainda que o sistema de freio estava molhado. Mas a primeira vez que esse comportamento se apresentou foi sob condições exatamente inversas, uma rua de asfalto com o tempo seco.

Esse item irá receber mais atenção daqui em diante.

Suspensão
Esse foi um item que me agradou, o J3 possui suspensões independentes o que garante uma estabilidade boa mesmo passando por diversos buracos.

Agora o me desagradou um pouco foram os barulhos internos, com 5 mil km praticamente não era para ter esses barulhinhos chatos. Dentro do painel a impressão que se tem é que um chicote elétrico está solto, no acabamento do cinto de segurança na altura da cabeça do motorista tem uma capa plástica que fica chacoalhando bem próximo do ouvido, isso irrita um pouco e olha que vou confessar aqui que sou um pouco surdo rsrsrs.

Vedação
A vedação funcionou! Não é nenhuma maravilha mas funciona, temos que levar em conta que esse é um carro de passeio comum e não um 4x4 off road para trilhas. Abaixo tem uma foto da porta do motorista.


Era isso! Até a próxima.