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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

56 K - Avaliação final

Escrevo aqui a minha última avaliação sobre o Meu J3, a avaliação final.

Nesse período que fiquei com o carro e que se passaram quase 3 anos foram rodados 56725 quilômetros. Passei por diversas situações que me permitiram ver que o Meu J3 não é um carro tão frágil mas que não passa de um carro comum que precisa melhorar muito.


No começo eu acreditei que o J3 era um carro melhor, mas no decorrer do tempo ficou claro que apesar de não ser tão frágil a JAC precisa aumentar bastante a qualidade do carro. Houve problemas na parte eletrônica do carro com a famigerada luz do EPC, os problemas de acabamento que reportei nas últimas postagens, alguns problemas com peças bobas mas que acabaram gerando dor de cabeça como o ressecamento e quebra dos batentes dos pedais que acabaram gerando problemas no EPC.

Mas a experiência a bordo dele foi bem legal, é um carro que tem boa posição de dirigir, com giros mais altos o motor se mostra um pouco mais esperto. O rádio com sua mini usb foi um saco, mais o sensor de estacionamento era muito preciso. Também importante mencionar que o espaço interno se comparado com os demais hatchs é bom, isso também vale para o porta-malas.

Se parar e analisar friamente a quantidade de defeitos críticos que o carro apresentou até que foram poucos, em termos de quantidade, mas o problema está justamente no fato de que eles nunca foram solucionados pela concessionária da JAC. Chega uma hora que o cliente enche o saco e perde a paciência.

E é justamente no atendimento de pós-venda da JAC que fica o GRANDE problema. Por que se fosse eficiente isso amenizaria os problemas e com certeza geraria uma empatia maior com a marca. Algo que no início da minha experiência com a JAC acontecia, por várias vezes acreditei que como a marca era nova no Brasil eles ainda estavam se adaptando aos processos brasileiros e que iam melhorar com o passar do tempo. Mas não foi isso que aconteceu, percebi que estava muito enganado e a JAC manteria a mesma maneira de atender os clientes.

E a falta de peças? E a desvalorização? Tudo isso eu sabia que era um grande risco e uma grande aposta a três anos, nesse quesito o risco aconteceu, porém, é precisar falar um pouco do cenário dos carros a 3 anos atrás. Nenhum outro carro possuía tantos opcionais quanto o JAC J3 pelo excelente valor que ele estava sendo vendido, nesse ponto foi muito vantajoso ter adquirido o Meu J3.

Se eu compraria de novo um carro da JAC?
Não, e a resposta parece ser meio óbvia. Passei a dar valor também para algo que eu não dava, o serviço de pós-venda.

Se eu me arrependi de ter comprado um JAC?
De novo a resposta é Não, valeu a pena, como disse, na época em que adquiri o carro era o melhor cenário que eu tinha para comprar um hatch com os opcionais que ele tinha.

A pergunta que mais ouvi nesse tempo foi: E o carro é bom?
A minha resposta é de que carro é regular. Não é ruim, mas está longe de ser bom.

A minha opinião final é a seguinte...

Atualmente existem outras opções melhores no mercado, não recomendo a compra dos carros da JAC. A menos claro que eles baixem absurdamente o valor pedido pelos carros, algo impossível de acontecer.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

55 K - Motivo 3 para venda - Pós-venda péssimo

Quem chegou até aqui lendo o blog já sabe que o atendimento da JAC é pífio.

Seguindo o que fiz em outras postagens vou criar uma pequena lista de eventos que ocorreram:

  1. Horário de agendamento na oficina que não é cumprido
  2. Oficina que diz que o serviço foi realizado mas entrega o carro do mesmo jeito que chegou
  3. Oficina que não consegue diagnosticar o problema e diz que é um comportamento normal do carro
  4. Jogo de empurra e mentira do responsável da concessionária quando uma reclamação é realizada
  5. Acesso proibido dos clientes a oficina
  6. Peças que nunca estão no estoque
  7. Atendimento muito demorado na concessionária, o cliente não consegue nem pagar o que deve
  8. Horário agendado que não aparece na agenda da oficina
  9. Reclamação que não resolve nada
  10. Poucas concessionárias para atender os clientes
 Acredito que com essa pequena lista consegui resumir um pouco do que vi dentro da concessionária da JAC.

Conclusão

Já dá para imaginar todo o estresse que foi a minha relação com a JAC e o péssimo atendimento que tive ao longo desses três anos. Fiquei preso a única concessionária em Porto Alegre e a única em todo o Rio Grande do Sul que possuía o serviço de oficina, dessa forma não tive nem chance de escolher outra concessionária.

55 K - Motivo 2 para venda - Desvalorização brutal

O Meu J3 edição Brasil quando foi adquirido no final de 2012 custava R$ 36990 reais.

Atualmente a tabela FIPE aponta que o valor de mercado é de R$ 26407 reais, porém na prática a situação é bem diferente.

Aqui em Porto Alegre no mercado de usados é possível encontrar J3 sendo vendido por valores entre R$ 22 mil e  R$ 25 mil reais. O grande problema é o mercado que esses carros têm, quando se fala em mercado quer dizer a saída, o interesse das pessoas em comprar o carro.

Não raro é possível ver que um carro da JAC chega na revenda de usados e fique lá por um bom tempo.

Com isso vender o J3 para pessoas particulares se tornou um desafio enorme, um negócio literalmente da China, pois a pessoas tem muita resistência com carros chineses, a JAC não conseguiu se estabelecer como uma montadora confiável aqui no Brasil (por que será né?).

Já a venda em concessionárias para a compra de outro carro é possível, mas é aí que a desvalorização do carro realmente acontece. Algumas concessionárias chegaram a me oferecer R$ 14000, isso mesmo R$ 12000 reais abaixo do valor da tabela FIPE, ou ainda, pagavam cerca de 60% do valor da tabela.

Outro fator que influencia diretamente na desvalorização dos carros da JAC é própria estratégia de marketing da JAC. Eu explico, em três anos vendendo os carros no Brasil a JAC praticamente não reajustou o valor de venda dos carros e ainda acrescentou alguns itens nos carros. Dessa forma as pessoas preferem comprar um carro novo do que comprar um carro usado, e esse raciocínio é extremamente lógico, porém danoso para quem decidiu comprar um JAC.

É como se a JAC Motors fosse a Apple, cada novo modelo de Iphone lançado possui um valor bem similar com o valor do modelo anterior quando o mesmo foi lançado. Por consequência o valor do Iphone "antigo" cai bastante no mercado, por que as pessoas comprariam Iphones velhos se elas podem comprar Iphones novos?

Essa lógica se aplica a Jac Motors, sem falar em outros fatores que a JAC influencia como o pós-venda deficiente que já não é segredo pra ninguém.

Conclusão

Decidi vender o Meu J3 justamente para minimizar o prejuízo da desvalorização. Carro não é investimento e todo mundo sabe disso, todo o carro se desvaloriza, só que os clientes da JAC não esperavam que se desvalorizasse tanto, ainda mais devido ao fogo "amigo" da JAC.

55 K - Os cinco fatores que motivaram a venda do Meu J3

Como havia dito no post anterior decidi vender o Meu J3. O segundo post do blog que fiz a  quase 3 anos (Justificativa para uma compra) falava exatamente sobre o que motivava as pessoas a escolher e comprar determinado carro.

No post de hoje eu vou fazer uma lista com os cinco (5) principais fatores que me motivaram a vender o carro, cada item da lista possui uma postagem com mais detalhes é só clicar em cima de cada um.

1 - Manutenção acumulada

2 - Desvalorização brutal

3 - Pós-venda péssimo

4 - Qualidade chegou ao fim

5 - Falta de peças de reposição 


Espero que esse texto possa ajudar a outras pessoas que procuram o blog em busca de informação sobre os carros da JAC.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

54 K - Cheiro de queimado

Com 54 mil km aproximadamente um forte cheiro de algo queimado começou a invadir o habitáculo do carro.

Parei o carro no acostamento e fui olhar o motor na esperança de identificar a origem, mas como vocês devem imaginar não identifiquei nada.

Prossegui usando o carro normalmente em outros dias, sempre de olho no marcador da temperatura e de tempos em tempos inspecionava o carro na esperança de identificar algo.

Com o tempo o cheiro forte sumiu mas de tempos em tempos dava pra sentir um pouco do cheiro.

O problema

Não sei e nunca saberei, o cheiro parecia ser de plástico queimado mas de vez em quando lembrava um pouco o cheiro de água fervida. Ou talvez já estivesse procurando chifre em cabeça de cavalo...

Podia ser de algum chicote elétrico encostado em alguma peça plástica ou ainda algo que passei por cima na estrada e acabou se fixando em alguma parte quente, essa é a teoria que eu mais quero acreditar. Pois dessa forma isso explicaria por que o cheiro diminuiu consideravelmente, afinal não quero acreditar em outro problema intermitente no Meu J3.

Moral da história

Sabendo que se levasse o carro na oficina da JAC não iriam resolver nada pois não apresentava nenhuma evidência clara do problema, e pior, perderia tempo, dinheiro e ainda me incomodaria, resolvi por em prática o que havia falado quando o carro estava com 51K (Reta final?)

sábado, 20 de setembro de 2014

51 K - Reta final?

Com 51 mil quilômetros ou 2 anos e 8 meses parece que a convivência com o Meu J3 chegou na reta final...

Quem acompanha o blog tem visto que a partir dos 40 mil quilômetros abriu-se a janela de manutenção, isso ficou mais evidente quando o carro chegou aos 50 mil quilômetros, algo normal em um veículo com essa quilometragem.

Mas diante desse cenário e da incompetência da Jac Motors em resolver problemas simples, a minha confiança no carro não é mais a mesma. Como falei em outra postagem o carro não é ruim, mas o serviço de manutenção da concessionária é deficiente e não estou afim de ter que me estressar na concessionária a cada revisão ou ainda, a cada pequeno defeito ou serviço que eles não fizeram. Na última revisão eu não me estressei por que resolvi não falar nada para a "consultora", cheguei disposto a pagar a revisão básica e nada mais.

A manutenção chegou com tudo, já foi trocada a bateria e as pastilhas de freio. Atualmente é necessário trocar os pneus e certamente algo relacionado a suspensão do carro já que ela está fazendo todo o tipo de barulho que se pode imaginar. Ainda não fiz nenhum orçamento para saber o quanto vai custar essa manutenção mas em breve vou fazer um orçamento para colocar aqui no blog. Outro item que e em breve deve chegar ao fim da vida útil são os discos de freio.

Diante desse cenário, a minha tendência é realizar a troca por outro carro, fica a questão com relação a ser um carro novo ou usado mas com certeza não será um carro da Jac Motors.

Aqui no blog as atualizações vão continuar frequentes enquanto estiver com o carro, mas devido a possibilidade de troca do carro alguns itens que deveriam ser substituídos vão esperar mais um pouco. Agora é hora de ver até quando o Meu J3 aguenta.

Valeu

domingo, 14 de setembro de 2014

50 K - Avaliação por itens do Meu Jac J3

Nessa postagem pretendo fazer uma avaliação geral de tudo que aconteceu com o carro, uma espécie de retrospectiva. Ao mesmo tempo, sempre que se faz uma retrospectiva é possível fazer uma análise de tudo que aconteceu e também é possível prever algumas ações futuras tendo como base o histórico de eventos que ocorreram.

Antes de começar uma avaliação é preciso ter em mente que cada carro é submetido a um tipo de esforço diferente, diversos fatores podem atenuar ou intensificar o desgaste. Alguns desses fatores pode ser o clima, a forma de dirigir do motorista, o regime severo de uso dentro da cidade ou estrada, enfim, percorri exatamente 50964 quilômetros (momento que escrevo esse post) com o Meu J3 em 2 anos e 8 meses, uma média aproximada de 1592 quilômetros por mês.

Consumo

Vou começar falando do consumo, não fiz nenhuma planilha para anotar o consumo e confesso que me arrependi, dessa forma teria uma totalização do que foi gasto com gasolina nesse período, lembrando que o Meu J3 não é flex e só roda com gasolina aditivada. Nesse quesito a minha opinião é de que o J3 é um carro econômico, principalmente em trechos rodoviários.

Para quem gosta de saber a média de consumo, nas próximas postagens eu vou colocar os dados exatos por que vou começar anotar, mas no últimos cálculos que fiz os resultados foram:

  • Na estrada: 14,8 km / L (velocidade contante entre 80 e 100 em quinta marcha)
  • Na cidade: 12,2 km / L (velocidade normal de cidade com todos os engarrafamentos, sinaleiras e paradas fazendo o motor trabalhar no regime ideal de rotações)

Considerando que o Jac é 1.4 (na verdade 1332cc) acredito que ele faz uma boa média de consumo, principalmente se comparado com carros 1.0. O uso do ar condicionado não interfere muito no consumo, pelo menos nunca percebi uma diferença considerável.

Conforto

O que falei aqui logo no começo do blog continua a mesma coisa após os 50 mil km, a única coisa que mudei de opinião foi com relação a direção e o fato de não ser progressiva, acabei me acostumando com ela e hoje não acho que fique demasiadamente leve na estrada.

Atualmente já existem alguns carros na mesma faixa de valor que o Jac J3 e que possuem pacotes similares com itens de conforto, mas não podemos esquecer que no final de 2011 um carro com os mesmos itens ou com um pacote similar custava 5 mil reais a mais que o Jac.

As minhas impressões que postei aqui também no começo do blog continuam as mesmas com relação aos itens de conforto, porém, incomoda é o carro não adotar o padrão USB no rádio e sim mini USB, dessa forma ou você usa um cabo adaptador que é fornecido junto com o carro ou compra um adaptador.

De um modo geral o conforto é bom não deixa a desejar.

Qualidade do carro

Começo falando do motor, que apesar de fazer um barulho bem estranho desde os 20 e poucos mil km como relatei aqui e que nunca foi solucionado, não tive nenhum problema mecânico. Olhando o motor do carro por fora não existe nenhum vazamento de óleo aparente, monitorando o nível de óleo, o nível do fluído de freio e o nível do liquido de arrefecimento os mesmos permanecem estáveis não indicando nenhuma anomalia.

A única peça que foi substituída foi as pastilhas de freio com 50 mil km aproximadamente já estavam no osso.

O grande calcanhar de Aquiles do J3 pelo menos nesses 50 mil km na minha opinião foi a parte elétrica e eletrônica.

Na parte elétrica eu posso citar o mau funcionamento no desligar das lâmpadas do farol de neblina dianteira, que inclusive citei aqui e aqui, o mau funcionamento da buzina e ainda a duração da bateria que acabou com 45 mil km rodados e foi trocada.

Na parte eletrônica basta olhar as minhas postagens sobre o EPC e a sua fragilidade, tive que ir algumas vezes na concessionária para que resolvessem os problemas que afetavam o EPC direta ou indiretamente.

Na parte de suspensão como falei aqui, os barulhos evidenciaram que com 42 mil km já era necessário realizar alguma intervenção. Os pneus de trás ainda rodam mais alguns quilômetros mas estão em franco processo de aposentadoria.

O que é possível falar de qualidade? Nessas horas é um pouco complicado, mas de um modo geral a qualidade do carro decaiu um pouco no meu conceito. É verdade que com o tempo todo carro exige que a manutenção seja realizada, mas vejamos, pequenos itens apresentaram problemas bem cedo e apesar da quilometragem do carro, quando a manutenção bateu a porta ela chegou com a família toda de uma só vez.

Qualidade do atendimento

Logo no começo do blog a 2 anos atrás eu escrevi o seguinte:

Nenhuma montadora oferece tanto tempo de garantia, como o J3 é um carro importado e a Jac Motors é uma montadora relativamente nova, a desconfiança em relação a qualidade e atendimento são grandes.

Sobre a qualidade do carro a desconfiança total não se confirmou, mas sobre qualidade do atendimento...

O atendimento foi péssimo e mais especificamente em relação a oficina pior ainda, se o carro fosse ruim de verdade já teria aparecido alguma coisa por que a concessionária faz só o básico necessário para se ver livre do carro o quanto antes.

Bom era isso, espero que essa avaliação seja útil para alguém.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Revisão do JAC J3 50 mil km - Avaliação final

 Atendimento

A revisão em si ocorreu de forma tranquila, dessa vez o meu horário estava marcado corretamente. Acredito que era um dia de pouca movimentação na concessionária, vi poucas pessoas circulando tanto na área técnica de pós vendas como na área de vendas.

Consegui entrar e sair da concessionária com o carro sem perder muito tempo em filas esperando, algo que já tinha acontecido anteriormente em outras revisões.

Oficina

Está difícil elogiar os serviços da oficina, no post anterior eu listei as peças e partes que sequer foram mencionados. A falta de uma previsão de tempo para execução do serviço é algo que me faz falta, e acredito que para outras pessoas também, além de dar a impressão que os processos da oficina são desorganizados.

Será que eles não falaram nada das outras peças por que não tiveram tempo de olhar? Parece que só apontaram o trivial, o que estava mais fácil de ser verificado. Dessa forma eu desconfio da qualidade do serviço prestado.

Acredito que eu se eu tivesse apontado todos os problemas que eu gostaria que olhassem, certamente ocorreria algum stress de algo que não foi feito. Entrei na concessionária dessa vez disposto a falar o menos possível e não me estressar sem necessidade.

Conclusão

O atendimento parece que melhorou um pouco, apesar de que como eu disse anteriormente, ser um dia de pouco movimento.

Os processos internos da oficina na Jac são uma bagunça. Serviços que sobram, peças e defeitos que não foram apontados. Enfim, a impressão que tenho é que está a anos luz de ter um serviço de qualidade e parece que, ao longo desses mais de 2 anos e meio frequentando a concessionária esse é o ritmo de trabalho deles. Cabe aos clientes se adaptar a esse cenário.

Na próxima postagem a minha avaliação geral dos 50 mil quilômetros rodados com o Meu J3.

Abraço.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Revisão do JAC J3 50 mil km - Parte II

Continuando as postagens sobre a revisão dos 50 mil km...

Agendamento

Dessa vez o agendamento no telefone foi rápido e eficiente, pois ao chegar na concessionária o meu nome estava na agenda da oficina, já comentei em outras postagens que isso não tinha acontecido e é uma situação bem chata.

Recebimento e checklist

O horário agendado era as 9 horas e pontualmente eu estava lá. O horário que a "consultora" me recebeu e começou o preenchimento do checklist era exatamente 09:17, ou seja, 17 minutos de atraso. Mas convenhamos que 17 minutos é normal, acontece, não vejo isso como um absurdo e considero que fui atendido dentro de um horário aceitável.

Não foi questionado nada se eu tinha alguma observação sobre o carro, claro que eu poderia ter falado alguma coisa também mas acredito que esse tipo de atitude passa uma impressão de que a concessionária está interessada em resolver os problemas. Eu não falei nada justamente para saber o que a oficina iria detectar no carro, pois eu sei alguns dos detalhes que poderiam ser apontados por eles.


Necessidade de substituição de peças e entrega do carro

A entrega do carro na Jac é daquela forma, o cliente nunca sabe o horário exato, a consultora informa um horário aproximado e depois liga informando que o carro está pronto ou que tem algo a ser feito e solicita autorização para execução do serviço.

No meu caso a ligação da consultora informou a necessidade de troca das pastilhas de freio e necessidade de troca dos pneus, na mesma ligação ela já me informou a hora que o carro estaria liberado.

A troca de pastilhas eu já sabia que era uma necessidade, para realizar a troca das pastilhas na concessionária eu teria que pegar 216 reais pelo kit de pastilhas e mais uma hora de trabalho que é 160 reais, totalizando 360 de reais. Achei esse valor um tanto salgado e decidi não autorizar a troca das pastilhas.

Sobre os pneus eu nem cheguei a perguntar o preço, falo nas próximas postagens por que não pretendo trocar os pneus agora. O que me deixou um pouco surpreso foi o apontamento da oficina de que era necessário trocar os pneus, evidente que os pneus estão desgastados principalmente os traseiros mas não a ponto de troca.

Não sugeriram sequer um rodízio dos pneus durante 50 mil quilômetros e vão de cara apontar a necessidade de troca, era óbvio que os pneus se desgastariam mais rápido por que só fiz um rodízio nos 30 mil quilômetros quando optei pela revisão TOP, e foi só por que eu solicitei, ninguém deu uma sugestão, pelo contrário, me disseram que só faziam rodízio quando o pneu estivesse desgastado. Já falei sobre isso nessa postagem dos 30 mil quilômetros.

Alguns itens que eu sei que precisam ser revisados e/ou substituídos e que a oficina não apontou nada sobre isso:

  • Filtros de cabine que precisam ser substituídos;
  • Suspensão fazendo diversos barulhos, tanto na parte da frente como na parte de trás do carro;
  • Troca do suporte do escapamento que fica no assoalho do carro e que está arrebentado.

Cheguei na concessionária, peguei a ordem de serviço com a "consultora" e fui para o caixa realizar o pagamento. Já estava preparado para ficar esperando um tempão como já tinha dito aqui, mas dessa vez o pagamento foi rápido. Não sei se essa eficiência toda é por que não tinha ninguém na minha frente e o caixa estava livre, mas o que importa é que o Meu J3 já estava liberado e me esperando para ir embora.

No próximo post a avaliação da revisão de 50 mil quilômetros, até lá.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

42 K - A suspensão foi pro espaço

Desde os 37 mil quilômetros percebi que ao passar por um quebra-molas era possível ouvir de leve um barulho estranho nos amortecedores dianteiro bem na hora que os amortecedores eram comprimidos.

Porém depois dos 40 mil esse barulho só se intensificou e com 42 mil a suspensão das quatro rodas já está aquém do seu funcionamento normal.

Ao passar por ruas que possuem um asfalto ondulado ou por buracos normais é possível ouvir diversos barulhos secos vinda da suspensão, a impressão que tenho é que o funcionamento dos amortecedores está comprometido. Mas isso é só uma impressão, vou aguardar a revisão dos 50 mil km para ver se a concessionária irá olhar e dizer alguma coisa.

O amortecedor e outras peças da suspensão não fazem parte da garantia total, afinal são peças de desgaste comum tendo garantia de apenas 3 meses.

Até o próximo post.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

41 K - Pedal de embreagem

Continuando a sequência de postagens para deixar o blog atualizado hoje tem mais um evento.

Aos 41 mil quilômetros caiu a borracha que cobre o pedal da embreagem. Essa borracha já tinha caído algumas vezes logo que peguei o carro, mas depois da primeira revisão nunca mais tinha acontecido.

Esse era um problema bem comum dos primeiros carros da Jac dando a impressão de má qualidade do material, não sei como está os carros vendidos atualmente, mas pelo menos o meu não caiu mais.

Abs.

domingo, 17 de agosto de 2014

Revisão do JAC J3 40 mil km - Avaliação final

Finalizando a revisão dos 40 mil coloco nesse post a minha avaliação final desses 40 mil km rodados com o Meu J3.

O carro

Assim como já tinha falado na revisão nos 30 mil o carro não me parece ser ruim. Mas apresentou alguns defeitos nesses últimos 10 mil quilômetros que me fizeram ficar mais esperto e aumentar o monitoramento do carro.

Uma coisa foi o freio infinito que não foi algo grave mas que com certeza me deixaria empenhado se precisasse do carro para algum compromisso.

Outra coisa foi o problema das luzes de neblina dianteira, considero esse problema mais grave porque fiquei no meio da rua de noite tendo que esperar pelo seguro. Além do que, fiquei com uma pulga atrás da orelha, afinal o que mais que pode apresentar um problema elétrico?

Com relação ao motor e o barulho intermitente que relatei em outros posts, continuo presenciando a mesma coisa, já reportei isso na revisão e dizem que é normal.

A concessionária

Bom essa é a parte mais fácil de falar. O atendimento é péssimo sempre demora na concessionária mesmo quando temos hora marcada, sem falar que diversas outras pessoas são barradas e não podem acompanhar o serviço na oficina.

O e-mail de reclamação antes retornava alguma coisa, agora nem isso faz. Encaminham o e-mail para a concessionária e o responsável te liga tentando passar uma conversa, quando é questionado simplesmente não sabe responder e responde outra coisa.

Conclusão 

Ao comprar um carro devemos levar em conta não só o valor do carro e os opcionais, mas também a garantia e a qualidade de atendimento do pós venda. Os serviços de pós venda serão utilizados no mínimo durante a garantia do veículo, em um veículo com seis anos de garantia você terá que ir diversas vezes na concessionária.

O grande problema na minha opinião é ficar preso ao atendimento da concessionária por esse período, obviamente que irei pagar as revisões (mesmo com os aumentos elevados) mas isso faz parte do jogo, quando comprei o carro sabia que isso podia acontecer. O detalhe fica por conta da qualidade de atendimento, algo que é imensurável pois não temos como contabilizar isso.

Para ter uma relação custo / benefício do carro acredito que é necessário colocar na balança o carro e o serviço de pós venda que já utilizei. No meu caso, o péssimo atendimento somado a alguns pequenos problemas que o carro apresentou deixam essa relação estabilizada, mas daqui em diante qualquer outro fator pode desequilibrar a balança a favor do custo, infelizmente.

Preciso deixar claro que quando falo de custo não falo só de dinheiro $$$, falo também do tempo perdido na concessionária, dos pequenos contratempos que me obrigaram a desviar a minha rota e atrasar meus compromissos pessoais tendo que levar o carro para ser reparado ou acionando o seguro para uma simples recarga de bateria.

Por fim mas não menos importante, é preciso esclarecer que o significado de qualidade é algo bem subjetivo. Conversando com outros clientes da Jac é possível encontrar pessoas que reclamam da qualidade do atendimento ou da qualidade do carro mas também é possível encontrar pessoas que se dizem satisfeitas com tudo. Isso pode variar muito da experiência da pessoa ou do nível de exigência de cada um.

Posso ser considerado chato ou exigente demais, mas tenho experiência e por isso consigo ter parâmetros para comparar. Já que comprei o carro e sou obrigado a seguir as regras prefiro ser exigente, uma vez que estou pagando por todos os serviços e não pedindo um favor.

Era isso, essa avaliação ficou um pouco mais extensa mas acho que se faz necessário, exatamente para cumprir com o objetivo do blog que é de ser um diário de bordo sobre o carro e tudo que o cerca.

Abraço!

terça-feira, 5 de agosto de 2014

35 K - Troca das palhetas do limpador

As palhetas do limpador de para-brisa começaram a dar sinais desde os 28 mil quilômetros de que não durariam muito mais, começaram apresentando alguns riscos no para-brisa quando eram acionadas para retirar a água.

Com 35 mil estão em péssimo estado, dei uma passada na concessionária para saber o preço das palhetas originais porque quando novas funcionavam muito bem.

Mas o susto foi grande, 110 reais cada uma. Isso mesmo, cada palheta custa 110 reais, então para trocar as duas palhetas dianteiras o custo é de míseros 220 reais.

Desisti de comprar na concessionária e acabei comprando em uma loja de autopeças por 55 reais o par.

Conclusão

As palhetas originais são muito boas, mas na minha opinião duraram muito pouco. Óbvio que o tempo de duração pode variar devido a alguns fatores como por exemplo o uso constante dos limpadores ou se o carro permanece muito tempo no sol. Mas nenhum desses fatores foi o meu caso, então acredito que deveriam durar mais.

O preço na concessionária foi um susto que eu não esperava. Vamos supor que eles cobrassem 110 reais, já seria o dobro mas ainda estaria relativamente aceitável, mas cobrar 4 vezes acima do valor de mercado chega a ser bizarro pra não dizer outra coisa.

Dica

As palhetas podem ser compradas em qualquer loja de autopeças basta saber o tamanho de cada palheta, no caso do J3 uma tem 22 polegadas e a outra 16. Não precisa ser nenhum modelo específico para o J3 qualquer kit que possua o tamanho especificado pode ser utilizado, no meu caso comprei o kit normal da marca Dyna.
Update: O tamanho da palheta traseira é de 14 polegadas.

Era isso!

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Revisão do JAC J3 30 mil km - Avaliação final

Depois de todas as idas e vindas da concessionária dá para começar a formar uma opinião um pouco mais completa.

O carro


O carro não me parece ser ruim, mas ele apresentou alguns detalhes que precisavam ser olhados mais atentamente. Não acredito sinceramente que uma empresa vai colocar um carro no mercado com garantia de 6 anos sabendo que o produto é ruim, seria um tiro no pé. Mas como todo e qualquer carro alguns imprevistos podem acontecer, cabe a concessionária reparar o problema ou dar alguma explicação razoável.

A concessionária

Nessa revisão eu não acompanhei o serviço dentro da oficina pois tinha outros compromissos mas confesso que começo a achar o atendimento da concessionária Jac (Porto Alegre) ruim.

O atendimento é burocrático, a hora agendada não serve para nada e nunca sabemos quando o carro será entregue. Isso é muito ruim porque dessa forma as pessoas não conseguem se agendar, eu não trabalho com o carro mas fico imaginando quem depende do carro para se locomover...

Acabei perdendo um tempo precioso dentro da concessionária e ainda por cima não resolveram nenhum dos problemas reportados ou deram uma explicação convincente. Aliás isso foi o que me deixou extremamente irritado com a concessionária, eu paguei por uma revisão Top que na prática eu não sei se foi totalmente executada pois não fizeram nem o básico que foi pedido.

Conclusão


Quando comprei o carro sabia que teria que levar o carro em todas as revisões na concessionária, mas não sabia que essa seria a pior parte. Continuo afirmando que a concessionária de Porto Alegre tem sido a principal razão do meu descontentamento com a marca e eu que achava que seria o carro.

Dica


Quem não pode perder tempo com revisões deve procurar outra montadora pois não recomendo a Jac Motors, começo a chegar a conclusão de que esse será o ritmo de trabalho da Jac. Cada revisão é um stress desnecessário.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Novo instrumento

Depois de falar dos grilos que eu ouvi, hoje eu falo de mais um instrumento que se somou a já citada sinfonia.

Nesse caso eu tenho que confessar que não sabia exatamente qual era, mas sei que ele ficava fazendo uma barulho parecendo uma correia frouxa ou de que o eletroventilador - também conhecido como ventoinha - estava com folga ou ainda podia ser qualquer outra coisa, porque que eu não conseguia identificar.

Umas das coisas mais chatas de identificar em um carro são problemas intermitentes e esse é exatamente o caso. Nesse caso talvez uma pista fosse a utilização do ar condicionado, quando ele estava ligado a intensidade do barulho aumentava. Mas como um problema intermitente tem horas (na verdade quilômetros) de uso que esse barulho simplesmente não ocorria, podia desligar e ligar o carro e o ar condicionado diversas vezes que não ocorria.

Lembrando que como esse post é um resgate, quando esse evento ocorreu o carro estava com aproximadamente 26/27 mil quilômetros rodados.

Como esse foi um barulho que me assustou um pouco e podia ser algo relacionado com o motor, eu levei na concessionária para que fosse dado uma olhada, afinal podia ser algo grave.

No próxima postagem eu comento o resultado da "olhada" da oficina da concessionária no carro.

Até a próxima.


segunda-feira, 14 de julho de 2014

Grilos

Uma das coisas que mais me enche o saco no carro são os grilos, aqueles pequenos barulhos que começam a surgir no carro com o tempo. Com o auxílio luxuoso das nossas bem cuidadas estradas e ruas é muito fácil de testar isso no carro.

Vou falar um pouco sobre os grilos do Meu J3...

Rigidez de torção da carroceria

Antes é preciso explicar um pouco sobre a rigidez de torção da carroceria. Basicamente esse é o movimento que a carroceria do carro sofre ao passar de "lado" em um quebra-molas por exemplo (mais informações sobre isso aqui ou aqui).

No caso do Meu J3 isso me espantou negativamente. A diferença entre a calçada da saída da minha garagem e a rua é bem pequena, no máximo uns 10 centímetros. Essa diferença é suavizada com o auxílio de uma rampa de concreto que deve ter uns 25 centímetros de base, ou seja, é uma descida super tranquila. Então como eu percebi os barulhos provenientes da carroceria? - De forma bem simples, ao sair de ré da garagem é necessário esterçar o volante ainda com o carro sobre a calçada, fazendo com que uma roda de trás encoste na rua enquanto a outra ainda está sobre a calçada. Nesse momento é possível ouvir diversos estalos vindos da parte de trás do carro, a impressão que tive é que esse estalos estão relacionados com a tampa do porta malas.

Chicote elétrico dentro do painel

Andando em ruas de paralelepípedo é possível ouvir que tem algo que não está bem preso dentro do painel do carro, já comentei em outros posts sobre isso.

Capa do cinto de segurança

A parte de cima do cinto de segurança é presa nas colunas com um parafuso, como acabamento é colocado uma capa de plástico. Com o tempo a tampa perdeu a sua fixação e fica chacoalhando bem na altura do ouvido...

Enfim alguns outros grilos apareceram, nos próximos posts eu comento sobre o relato deles na revisão dos 30 mil quilômetros, até mais.

domingo, 6 de julho de 2014

Revisão do JAC J3 20 mil km - Avaliação final

Continuando o post anterior (Revisão do JAC J3 20 mil km - Parte I) eu falo da revisão dos 20 mil quilômetros...

Era umas 15 horas e a consultora me ligou para ir buscar o carro. Chegando na concessionária a consultora me informou que era necessário trocar o compressor do ar condicionado mas que eles não tinham a peça em estoque, quando a peça estivesse disponível me ligariam para realizar a troca. Enquanto o compressor não fosse trocado eu poderia usar o ar condicionado normalmente, o único empecilho seria uma pequena demora para gelar o carro, uma vez que o compressor não estava 100%.

De fato eu senti um pequeno aumento no tempo pra gelar o carro, mas como sou muito cri-cri achei que estava exagerando.

No mais a revisão aconteceu normalmente, ou seja, fizeram o básico e o resto estava OK. A lavagem do carro que nas outras revisões estava meia-boca dessa vez foi um pouco melhor.

Lá foi  eu ficar uns 10 minutos na fila do caixa fazendo o pagamento e esperando um recibo preenchido manualmente...

O carro

Continuo com a mesma opinião de que o carro é bom, apesar de que os barulhos relatados continuaram da mesma forma como antes. Seria um indicativo de que eles não olharam nada além do mínimo necessário?

A concessionária

Continua sendo o grande calcanhar de Aquiles da compra, algumas coisas melhoraram já outras pioraram. Então daqui em diante a concessionária vai receber mais atenção, já que ela é na verdade  parte do valor agregado do carro. Uma vez que para manter a garantia do carro é necessária a realização da revisão somente nas concessionárias credenciadas.

Conclusão

  • O carro até agora tem atendido as expectativas.
  •  A concessionária ainda está bem confusa no processo interno, mas como é relativamente nova vamos esperar pelas próximas revisões para ver se o processo evolui.

Até a próxima.

domingo, 29 de junho de 2014

Revisão JAC J3 10 mil km - Avaliação final

Finalizando a série de avaliações e impressões dos primeiros 10 mil km do Meu J3.

Vou seguir o mesmo modelo adotado para os primeiros 5 mil km.

O carro
O carro é bom mas fiquei com o pé atrás com relação ao comportamento do freio já reportado em outras postagens aqui no blog. Alguns pequenos pontos onde o carro começou a fazer barulhos de acabamento, esses pontos serão monitorados mais atentamente. Em geral continuo com a impressão de que o carro é bom, apesar de deixar algumas vezes as janelas abertas quando saio do carro. Sim o J3 não possui o módulo que sobe os vidros automaticamente quando o alarme é acionado.

A concessionária
Como dito no post dos 5 mil km só existe uma única concessionária que tem oficina em Porto Alegre.

 Nessa segunda revisão a desorganização continuou imperando. Eu não estava "na agenda" mesmo ligando com antecedência. Tive que esperar a manhã toda na concessionária para pegar o carro de novo.

 Revisão mecânica
Segundo o dicionário a palavar Revisar significa:
(re+visar) vtd 1 Visar de novo. 2 Tip Rever1. 3 Fazer a inspeção ou revisão de: Revisar os bilhetes nas vias férreas, nos elétricos etc. Revisar um processo.

Tudo que não foi feito foi uma revisão. Foi trocado os filtros e o óleo, e o mecânico não olhou mais nada, afinal, não dava tempo.

Conclusão
1 - Ainda continuo satisfeito com o carro.
2 - O atendimento continuou péssimo.
3 - A revisão foi o que me deixou mais preocupado. Se o carro tivesse um problema não teriam identificado nada, e pior eu estava dentro da oficina.

Bom pessoal por hora era isso, no próximo post continuo resgatando o passado para atualizar o blog.

sábado, 23 de junho de 2012

Revisão JAC J3 5 mil km - Avaliação final

Hoje finalizo a série de avaliações e impressões dos primeiros 5 mil km do Meu J3.

Agora já é possível realizar uma avaliação mais criteriosa sobre o carro e sobre a concessionária JAC Motors que me atende.

O carro
O carro é bom e vale o seu investimento, existe sim alguns pontos a serem melhorados mas, existe carro perfeito?
Sempre penso na relação custo x benefício, e nesse ponto estou muito satisfeito com o Meu J3.

A concessionária
Antes de emitir a minha opinião sobre esse item, gostaria de deixar bem claro que só fui a uma única concessionária, pois aqui em Porto Alegre só existe uma concessionária que possui os serviços de oficina.

Irei utilizar como parâmetro para atendimento, a rede de concessionárias que me atendia antes de ter o Meu J3, a rede de concessionárias da Chevrolet.

O atendimento da JAC Motors foi o que mais deixou a desejar, precisa evoluir bastante. É verdade que é uma empresa relativamente nova e que vai aprender bastante com o tempo, mas esse fator é crucial para fidelizar os clientes.

Falta organização no atendimento, existe demora para atender as ligações, informações "cruzadas" enquanto você fica pulando de ramal em ramal demonstram isso.

Utilizei o serviço de algumas concessionárias da Chevrolet em Porto Alegre e região metropolitana, principalmente da Sinoscar, e posso afirmar que o atendimento foi bem diferente.

Para mim a principal falha da concessionária JAC Motors que me atendeu foi não permitir o acompanhamento do serviço executado na oficina. Isso é um absurdo, o que será que eles tem para esconder dos consumidores?

Nas concessionárias da Chevrolet ao agendar um serviço, eu sabia exatamente qual o box da oficina deveria estacionar o meu carro, qual o nome do funcionário que iria me atender, qual a data e horário que iria começar o serviço, uma estimativa de quanto tempo iria demorar para o serviço ser realizado e principalmente, podia acompanhar o serviço dentro da oficina.

A lavagem do carro é brinde, ok, mas não é por ser brinde que pode ser ruim.

Conclusão
Estou satisfeito com o carro, até o presente momento tem correspondido conforme esperado. E o atendimento deixou a desejar, mas acredito que com o passar do tempo, a JAC Motors vai melhorar os seus serviços.

Concessionárias citadas:
- Sinoscarhttp://www.sinoscar.com.br/
- JAC Motors Porto Alegre da avenida Ceará.

Feliz  primeiros 5 mil km com um carro completo \O/.

No próximo post informações sobre preços, peças e garantia.

Até lá.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Revisão JAC J3 5 mil km

Hoje chega ao fim a série de postagens pré-revisão e começa as postagens sobre a revisão dos 5 mil km, essa revisão coforme foi informado na concessionária possui um limite de 1 mil km para mais ou para menos.

Revisão realizada com 5118 km
Revisão realizada com 5118 km


Após a série de avaliações sobre o Meu J3 chego a conclusão que o carro até agora está muito bom. Na minha opinião a relação custo x benefício tem sido muito satisfatória.

Nunca um carro / montadora vai conseguir agradar a todos, sempre vai existir algum ponto que precisa ser melhorado, eventualmente algum carro vai apresentar problemas ou alguma concessionária vai apresentar falhas no seu processo de atendimento. E o meu papel aqui no blog é registrar e reportar a maior quantidade de informações possíveis, afinal o papel do blog é auxiliar os futuros e atuais proprietários do J3 e porque não dizer da família JAC Motors.

Agendamento
Agendei a revisão por telefone na concessionária JAC Motors Ceará que fica na avenida Ceará em Porto Alegre. Houve uma certa demora em atender o telefone e tive que ficar "pulando" por alguns ramais até conseguir chegar no ramal da oficina.

Ajustes
Para essa revisão solicitei três ajustes no carro:
  1. Borracha do pedal de embreagem: Conforme o uso da embreagem a borracha que recobre o pedal começa a desencaixar.

  2. Tampa do porta luvas: Ao passar por um buraco grande ou um por um obstáculo um pouco mais rápido a tampa do porta luvas abre "sozinha".

  3. Porta traseira esquerda: É necessário fechar a porta com um pouco mais de força que as demais portas.
Horário
A revisão estava marcada para as 11 horas da manhã, combinei com o atendente que iria largar o carro de manhã cedo antes de ir para o trabalho e pegaria depois que a revisão estivesse concluida. A concessionária me ligou informando que o carro estava pronto as 15 horas.

Retirada do carro
Na retirada do carro o funcionário da oficina gentilmente me mostrou que todos os ajustes solicitados foram realizados e o carro foi entregue "lavado" (segundo eles). Mas a lavagem estava muito ruim, faltou aspirar melhor, o painel estava com pó e a lataria por fora não viu nem uma cera liquida...

No próximo post a avaliação da revisão dos 5 mil km, aguardem...