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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

55 K - Motivo 1 para venda - Manutenção acumulada

1 - Manutenção acumulada


Bom, como já ficou claro aqui no blog, a oficina da JAC é péssima. Com isso todas as manutenções preventivas que poderiam ser realizadas não foram feitas. Agora com o carro se aproximando dos 60 mil quilômetros ele está começando a cobrar exatamente as manutenções que não foram realizadas...

Mas que manutenção é essa que faltou?

Suspensão

Como já falei em outras postagens, a suspensão já foi pro espaço a alguns quilômetros. E, em nenhum momento a oficina a JAC apontou a necessidade de troca de algum componente, pelo contrário, já foi dito que a suspensão está em perfeito estado.

Barulho intermitente no motor

Outro tema que foi recorrente aqui no blog, desde dos 26 mil quilômetros convivo com um barulho que ninguém da oficina sabe o que pode ser.

EPC e seus problemas

Recentemente postei aqui no blog que o fantasma do EPC havia aparecido novamente, mas que naturalmente, nenhuma anomalia foi identificada.

1.1 - Manutenção acumulada pelo proprietário

Outro fator que contribuiu para que a manutenção fosse postergada foi que, quando o carro estava com 50 mil quilômetros aproximadamente, comecei a pensar seriamente na possibilidade de vender o Meu J3. Com isso a minha decisão foi de investir o mínimo no carro e postergar o máximo que dava.

Seria necessário fazer o seguinte:
  • Trocar os 4 pneus originais
  • Trocar os discos de freio e as pastilhas, com 50 mil quilômetros as pastilhas foram substituídas mas quando se troca os discos é recomendável colocar pastilhas novas
  • Realizar a revisão básica de 60 mil km da JAC para manter a garantia.
Também tinha em mente que para ficar com o carro teria que reparar a suspensão, mesmo que a JAC nem falasse nisso na revisão levaria o carro em uma oficina especializada.

Para facilitar criei uma lista com os custos mínimos que seriam necessários para ficar com carro. Dividi os valores em dois grupos, primeiro se os serviços fossem realizados na concessionária da JAC e o segundo grupo usei como base uma conceituada oficina aqui de Porto Alegre.

Espero que essa lista ajude quem lê o blog também. Lembro que, os valores abaixo são aproximados, pois podem variar.

Na concessionária JAC, os valores são divididos em valor da peça e o valor da mão de obra que é cobrada em horas, cada hora de trabalho custa R$ 160,00 reais.
  • 4 pneus:  R$ 2185,52 + R$ 480 (3 horas de mão de obra). Totalizando R$ 2665,5.
  • Discos/pastilhas: R$ 600 + R$ 400 (2,5 horas de mão de obra). Totalizando R$ 1000.

Na oficina especializada o custo de instalação já está embutido no preço da peça.
  • 4 pneus: R$ 1120
  • Pastilhas: R$ 190
  • Discos: R$ 400

Na JAC      X       Oficina especializada
R$ 3665,54                  R$ 1710

No comparativo final existe uma diferença de R$ 1955,42 a menos se o serviço fosse realizado em uma oficina especializada.

Além do valor acima é necessário acrescentar a quantia de R$ 896 da revisão básica dos 60 mil quilômetros da JAC, esse revisão é obrigatória se o cliente quiser manter o seu carro dentro da garantia de fábrica.

Conclusão

O gasto mínimo para manter o carro seria de R$ 2606 se realizasse somente a revisão básica na concessionária, se decidisse realizar toda a manutenção na concessionária o gasto subiria para R$ 4561,54. Sem falar no custo que seria necessário para recuperar a suspensão do carro que eu não tinha ideia do quanto seria.

Cheguei a conclusão que era melhor investir esse valor em um novo carro...

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

53 K - Fantasma do EPC

Como falei no post anterior, com 53300 quilômetros os sintomas do EPC voltaram a aparecer.

Como assim sintomas? Eu explico...

Como já disse em outras postagens (O que é EPC no painel do JAC, EPC o retorno, Primeiros quilômetros e algumas descobertas) quando a luz do EPC acende no painel o motor do carro fica como se estivesse fora de ponto, subindo a rotação ao trocar de marchas, dando trancos durante a redução, etc, etc, etc.

A novidade

Dessa vez o motor ficou exatamente com o mesmo comportamento de quando a luz do EPC está acesa, porém, a luz do EPC não acendeu no painel.

E para piorar a situação o comportamento passou a ser intermitente, ou seja, não era sempre que o motor tinha um comportamento fora do padrão.

Com o passar do tempo a frequência começou a ficar maior, temendo algum problema mais sério eu resolvi levar o carro na concessionária e relatar o ocorrido. Como o carro está em garantia, resolvi levar justamente para que a JAC não negasse alguma garantia no futuro, afinal de contas eu não estou me negando de dar a correta manutenção no carro, basta que a oficina da JAC me dê um diagnóstico correto e que resolva o problema.

Mas como já dá para perceber ao longo desses anos que estou com o carro (basta ler as postagens no blog) a oficina da JAC é péssima.

O que o técnico fez para realizar o diagnóstico foi plugar um scanner no conector OBD II e verificar se tinha alguma mensagem de falha gravada na ECU do carro.

Resultado do diagnóstico

O motor do carro estava em perfeitas condições pois não apresentava nenhuma mensagem de falha.

Conclusão

A oficina da JAC não se interessa em resolver o problema dos carros. A meta da oficina da JAC é simples: se livrar do carro e do cliente o quanto antes... Ser mecânico é plugar o scanner e ler mensagens de falha? Óbvio que não!!!

E eu como cliente faço o quê? Ando com o carro totalmente errado até um problema evidente aparecer e me deixar parado pelo meio do caminho? Ou pior, até um acidente acontecer em decorrência de uma falha mecânica que ninguém sabe o que é?

Sai da concessionária me sentindo como se estivesse com um nariz de palhaço e a certeza de que NUNCA resolveriam os problemas do carro, visto que além desse problema convivo com um barulho desde os 26 mil quilômetros que ninguém sabe dizer o que é (Novo instrumento, A "olhada").

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

53 K - Lâmpada do farol de neblina

Com 53300 quilômetros a luz de neblina direita queimou, como o carro já estava com os sintomas do fantasma do EPC resolvi ligar para a "consultora" e combinar uma ida a concessionária.

 Como o foco hoje é a luz de neblina o assunto sobre o EPC vai ficar para o próximo post.

Fui ao departamento de peças da JAC e me informaram que a lâmpada custava míseros 49 reais e 55 centavos, na ingenuidade perguntei se esse era o preço da lâmpada instalada, e a resposta foi negativa.

Para instalar a lâmpada a JAC cobraria mais 30 minutos de mão de obra, ou seja, mais 80 reais. Na soma total o custo seria de 129 reais e 55 centavos para trocar uma lâmpada do farol de neblina.

Obviamente que eu não autorizei a execução do serviço eu tão pouco comprei a lâmpada, pois esse é um valor estratosférico na minha opinião.

Comecei então uma pesquisa na internet para descobrir o preço de uma lâmpada compatível para o Meu J3. No caso, para o farol de milha a lâmpada deve ser do tipo H3, no popular muita gente chama essa lâmpada de H3 com rabicho. Isso por que atrás da lâmpada sai um fio de alimentação um pouquinho mais comprido para conectar no suporte do farolete.

Nas minhas pesquisas na internet foi possível encontrar lâmpadas por 8 reais, isso mesmo 8 reais. Só que uma lâmpada desse tipo é algo bem delicado pra comprar pela internet, fiquei com receio de estragar no transporte e depois ter que correr de atrás para trocar. Como estava com pressa para realizar a troca e temendo uma economia porca, acabei comprando a lâmpada da marca Philips em uma autopeça perto da minha casa, e pasmem, paguei 16 reais.

Mesmo comprando a lâmpada em uma loja física acabei realizando uma economia de quase 34 reais, só na lâmpada. Agora era hora de colocar a mão na massa...

Para trocar a lâmpada é preciso retirar alguns parafusos philips que prendem a proteção de plástico que fica no paralamas acima do pneu, depois basta empurrar um pouco pro lado e você terá acesso ao farolete.

Para facilitar a troca é melhor remover o suporte do farolete completo, ele é preso por um conjunto de três parafusos. São dois parafusos laterais e um que fica na parte de cima, os parafusos laterais são bem fáceis de serem removidos. O grande pepino é o parafuso que fica na parte de cima, ele fica em um lugar de difícil acesso, e a minha chave philips era um pouco grande com isso tive que fazer uma ginástica para retirar o parafuso. Depois foi só trocar a lâmpada e montar tudo de novo.

Acredito que toda essa dificuldade ocorreu por que eu não tinhas as ferramentas certas para isso, mas bem que a engenharia da JAC poderia ter facilitado um pouco mais rsrsrsrs.

Conclusão

Uma simples troca de uma lâmpada do farol de neblina que na concessionária custaria R$ 129,55 saiu por R$ 16, uma economia de R$ 113,55.

Dica

Se você não quiser fazer o serviço em casa, leve o carro em uma loja especializada. Vai sair muito mais barato que na concessionária. Mas lembre-se: utilize produtos de qualidade e não permita o corte de nenhum chicote elétrico pois isso pode invalidar a sua garantia.

Lâmpada queimada e o parafuso chato de sair
Caixa da lâmpada nova, a lâmpada queimada e o parafuso chato de remover...

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

45 K - Troca da bateria

Depois de constatado de fato que o problema era a bateria que não segurava a carga, e por isso eu fui de guincho para a concessionária. Chegava a hora de trocar a bateria, a "consultora" que me atendeu olhou no sistema da Jac o preço da bateria.

Para colocar uma nova bateria o preço seria de míseros 470 reais, o que obviamente na minha opinião era um pouco salgado, ainda mais levando em conta que era para colocar outra bateria igual a que estava no carro.

Exatamente na frente da Jac tinha uma loja de baterias, então a "consultora" e o técnico sugeriram de comprar uma lá que a concessionária instalava. Perguntei se eles podiam dar uma carga na bateria para que eu pudesse sair da concessionária pelo menos com o carro andando e a resposta foi de que eles teriam que ver com os superiores se poderiam fazer isso e mais, ao trocar a bateria eu teria que reprogramar a central do carro pois eles não mantém o carro energizado. O simples procedimento de reprogramação da central custava 180 reais.

Vamos ao fatos:

  1. Eles não dariam uma carga na bateria pois já que eu estava na concessionária era a chance deles faturarem um pouco mais, se eu não quisesse fazer o serviço teria que chamar o guincho de novo já que o carro não estava nem ligando, o azar deles foi ter uma loja de baterias justamente na frente da concessionária. 

  2. A troca da bateria desligando totalmente a energia foi intencional, já que dessa forma o cliente é obrigado a reprogramar a central pois a mesma é resetada automaticamente quando não possui alimentação. Será que se eu simplesmente aceitasse a troca da bateria e não acompanhasse o serviço eles deixariam o carro ficar sem energia? Sinceramente eu acho que não, afinal pra que vão perder tempo reprogramando se não precisa.
Atravessei a rua e comprei uma bateria bagaceira de 180 reais e me sujeitei a pagar mais 180 reais para reprogramar o carro, já que eu não tinha escolha. Custo total de 360 reais para trocar a bateria.

Carro reprogramado, eu estava liberado depois de umas duas horas envolvido com isso na concessionária.

Conclusão

Fiquei empenhando três vezes após um suposto conserto da concessionária, até ter um problema evidente e ir de guincho para a concessionária achar o problema e resolver de forma definitiva. E eu relutando contra todos que falaram da bateria, afinal a concessionária já tinha visto o problema e eu acreditava que eles não iam errar tão feio, pois é, mas erraram.

Dica

Nunca troque a bateria na concessionária da Jac. A minha dica é trocar em uma oficina de confiança ou em uma loja especializada, lá eles mantém o carro energizado e você só paga a bateria nova e ainda tem uma vantagem, é muito mais rápido que a concessionária.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

45 K - Guincho

Após a parada definitiva de funcionamento do carro, só tinha uma saída, acionar a seguradora e chamar o guincho. Apesar de todos os problemas pelo menos deu para tirar algo positivo, a seguradora funciona muito bem, no caso a Porto Seguros. Agendei o guincho para as 08:00 da manhã seguinte e no dia e horário combinado o guincho estava lá para levar o Meu J3 de novo para a concessionária, onde eu estava disposto a resolver o problema de uma vez por todas.

Ao chegar no carro o responsável pelo guincho perguntou se não era bateria, respondi que achava improvável isso afinal de contas, segundo a concessionária o problema era o módulo de injeção. Com um equipamento de recarga ligado a bateria por alguns minutos não é que o carro funcionou.

Me senti um palhaço, ficou claro a partir daquele momento que a atualização do módulo de injeção não resolveu nada pois o defeito continuava da mesma forma

Mesmo com o carro funcionando decidi que iria de guincho para a concessionária, porque não tinha como prever se o defeito ocorreria de novo entre a minha casa e a concessionária. Chegando na concessionária a "consultora" recebeu o carro e chamou um técnico, informei a ela que acompanharia todo o trabalho para saber o que ele faria. Quando ele foi ligar o carro aconteceu a mesma coisa, não funcionou! Mesmo dando carga na bateria quando o guincho chegou a bateria tinha descarregado.

Foi testada a bateria com um equipamento e na hora visualizamos que a bateria realmente estava fraca. Questionei sobre o alternador, testamos o alternador e indicava que estava funcionando corretamente.

Então a partir desse momento troquei o seguinte diálogo com o técnico:

Eu: Mas e a luz de injeção que estava ligada? Disseram que fizeram uma atualização do módulo de injeção por isso o carro não estava funcionando, não falaram nada da bateria.
Técnico: Quando o carro não ligou tu insistiu em dar a partida?

Eu: Sim
Técnico: Então foi por isso que acendeu a luz de injeção, como carro não estava funcionando tu seguiu insistindo e ocorreu alguma anomalia e por isso a injeção ligou a luz no painel.

Eu: E a atualização que foi feita?
Técnico: Ah isso eu não sei dizer, por que não foi eu que fiz...

Mais uma vez tive a certeza que a atualização do módulo de injeção ou não foi feita ou se foi feita, foi em uma tentativa de erro e acerto para retirar ao código de falha da ECU do carro e apagar a luz de injeção do painel do carro.

Conclusão

Com aproximadamente 46 mil quilômetros ou quase 2 anos e meio teria que trocar a bateria do carro. Mas na Jac como sempre esse processo não seria fácil, sempre existe um porém, a troca da bateria eu vou detalhar em um post separado na sequência.

Até a próxima!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

45 K - De novo não bate arranque

Passado uns três dias do conserto do "módulo de injeção" o carro apresentou o mesmo defeito.

Dessa vez era de noite, estava chovendo e justo no local onde o carro estava havia faltado luz. Um local extremamente apropriado para dar um defeito no carro, só que não, porque dá para imaginar a insatisfação de ficar parado sob chuva no escuro. De novo após alguma insistência o carro funcionou e consegui ir embora.

E fazer o quê? Levar o carro de novo para a concessionária e ficar sem o carro por quanto tempo? Aliás parece que investigar e resolver o problema não é o forte da oficina da Jac, sem falar que não poderia perder diversas horas de novo devido ao trabalho.

Resolvi que usaria o carro de novo até apresentar um defeito convincente, pelo menos para apresentar algo para a concessionária.

Conversando com amigos e pesquisando sobre o problema uma das hipóteses que apareceu foi a bateria do carro estar fraca ou algo relacionado com o alternador. Mas essa hipótese era remota afinal de contas o que havia sido consertado na última visita a concessionária era o módulo de injeção.

Mais cinco dias depois do problema ter aparecido naquela noite, aconteceu a mesma coisa, de novo insistindo na tentativa de ligar o carro funcionou.

Nesse intervalo entre um problema e outro o carro funcionava normalmente.

Ficava claro para mim que a qualquer momento eu poderia ter a grata surpresa do carro não funcionar de forma definitiva, e foi o que aconteceu. 

Duas semana depois do conserto o carro parou de funcionar de forma definitiva, justo quando mais precisava, ia levar um familiar em uma consulta médica que estava agendada com bastante antecedência, pois a agenda do médico era bastante concorrida. Para não perder a consulta tivemos que chamar um taxi e deixar o carro na garagem.

Na próxima postagem a gota d'água...

sábado, 23 de agosto de 2014

45 K - Carro não bate arranque

Mais um post que resgato para atualizar o blog, dessa vez o evento ocorreu por volta de 45 mil quilômetros rodados.

Após percorrer alguns quilômetros e estacionar o carro por alguns minutos, simplesmente o carro não batia arranque. Depois de várias tentativas e com alguma insistência tentando ligar, o carro funcionou, mas a luz do óleo acendeu no painel do carro junto com a luz de injeção eletrônica. Decidi abortar o trajeto que faria com o Meu J3 e levei o carro de volta para a garagem.

No dia seguinte o carro bateu arranque normalmente, a luz do óleo estava desligada mas a luz da injeção permanecia ligada. Fui direto para a concessionária mais uma vez, chegando lá expliquei para a consultora o que havia acontecido com o carro. Como era cedo da manhã e não tinha chegado todos os carros da agenda da oficina ela me informou que eles fariam o ajuste no carro e em seguida estaria liberado.

Então resolvi esperar pelo carro na concessionária, o que se mostrou ter sido uma péssima escolha... A hora que cheguei na concessionária era mais ou menos 08:40 da manhã e o carro só foi liberado para mim as 11:59. Todos os clientes que levaram o carro na oficina (com hora marcada ou não) foram atendidos antes de mim e foram embora com o seu carro. Entendo que eu não tinha hora marcada, mas as 10:00 eu perguntei para a "consultora" se ia demorar e ela me informou que não, que já estavam descendo o carro da oficina.

Passei a manhã na concessionária da Jac Motors assistindo o programa da Ana Maria Braga, como se eu não tivesse nenhuma outra coisa para fazer. Custava ela me dizer que ia demorar??? Poderia ter ido para o meu trabalho e dar sequência a todos os compromissos e a tarde retornaria na concessionária para buscar o carro.

Depois de todas essas horas o carro foi entregue para a "consultora" por um apressado funcionário que saia para o seu almoço. Ao pegar o carro perguntei o que foi feito e o que era o problema, a "consultora" me informou que era um problema no módulo de injeção eletrônica e que foi feita uma atualização de software do módulo de injeção.

Confesso que achei a explicação um tanto quanto vazia, mas decidi não contestar até porque não tinha subsídios técnicos para isso.

Depois desse evento fiquei extremamente preocupado com o Meu J3, afinal de contas poderia ter ficado empenhado com o carro a qualquer momento. Utilizo bastante o carro para viajar com a família e fiquei imaginando a possibilidade disso acontecer em algum lugar bem longe de casa... Mas fazer o quê??

O negócio era esperar que o problema não ocorresse de novo.

Até o próximo post!

sábado, 9 de agosto de 2014

33 K - Freio infinito - Final

Dando sequência a postagem anterior eu comento nesta postagem como foi a retirada do fusível bem como a solução final da concessionária. 

A retirada da tampa de fusíveis foi fácil assim como foi fácil ler o esquema elétrico dos fusíveis na parte de trás da tampa, abaixo tem duas fotos mostrando o local da caixa de fusíveis bem como o esquema elétrico dos fusíveis do Jac J3.












 

Na imagem acima eu destaquei dois pontos, o ponto mais acima mostra a localização da pinça de fusíveis e o ponto mais abaixo a localização do fusível de freio. Na imagem abaixo tem o destaque para o fusível que deve ser retirado.





 Mas e porque precisamos de uma pinça? - Porque o espaço para retirar o fusível com os dedos é mínimo e ele fica bem preso quase colado no quadro de fusível, para isso devemos usar a pinça de fusíveis que como podemos ver no esquema está acima dos fusíveis.

Ai é que começa de fato o problema, nem na foto eu consegui fotografar a pinça, você tem que enfiar os dedos dentro da caixa de fusíveis que tem um espaço mínimo e fazer mágica para conseguir retirar a peça. Fiquei uns 10 minutos tentando retirar a peça, ainda bem que não era nenhuma "urgência", e para colocar de volta no lugar foram mais uns 10 minutos.

Após a retirada do devido fusível as luzes se apagaram e dessa forma eu não ficaria sem bateria, e na manhã seguinte lá estava eu na concessionária (mais uma vez). Expliquei o problema para a consultora e ela chamou um técnico, ele olhou e fez como a luz do EPC,  matou a charada de cara.

Era praticamente o mesmo defeito da embreagem que fazia a luz do EPC acender, no caso do freio o interruptor da luz de freio é acionado quando o freio é pressionado. Dessa forma ao pressionar o freio fecha o contato e as luzes de freio são acionadas, como ressecou o suporte que liga o pedal de freio ao interruptor, ele não era desligado.

Esperei uns 15 minutos o técnico arrumar, enquanto esperava visualizei outros dois J3 com o mesmo problema, parece que isso é um problema comum.

Conserto realizado em garantia, 15 minutos depois eu já estava liberado.

Espero que esse post seja útil para alguém.

Até a próxima.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Acidente de Percurso - Final

Finalizado o conserto do carro após a batida relatada anteriormente. O tempo de conserto demorou quase uma semana.

No dia combinado com a concessionária, passei lá olhei o carro e fui embora com o Meu J3. No dia seguinte a surpresa, o carro tinha ficado muito bom em relação ao alinhamentos dos itens, porém, a parte de cima do capô que vem de fábrica sem pintura e foi pintada pela concessionária parecia que tinha sido lixada com bombril, havia muitos riscos.

Voltei a concessionária e mostrei os riscos, prontamente me encaminharam para uma área onde um técnico fez um polimento, esse polimento deu uma BOA melhorada mas longe de ficar perfeito.

Outra coisa que descobri foi que não ligaram o motor elétrico de regulagem de altura do farol esquerdo, justamente o farol que foi trocado. Conversei com o técnico e combinamos de fazer isso na revisão dos 30 mil quilômetros que já se aproximava, pois ia demorar e eles não tinham horário na oficina, etc, etc, etc.

Cansado de ter que voltar a concessionária, agradeci a "cortesia" e fui embora.

Avaliação

Nesse caso diversos itens podem observados, afinal essa foi uma chance de observar algo em relação a reposição de peças e o serviço de funilaria.

  •  Apesar de não ter as peças na concessionária até que o tempo de espera foi satisfatório, foram 4 dias.
  • O tempo de execução também foi dentro do normal.
  • O serviço não foi executado dentro da concessionária. Descobri depois que o serviço foi repassado para uma oficina terceirizada em outro local da cidade, nesse caso uma revisão mais atenta da concessionária antes de entregar o carro seria bem útil.
  •  A qualidade final deixou um pouco a desejar, afinal parece que não fizeram nenhuma revisão no carro quando ele foi liberado pela outra oficina. E fica a pergunta: será que se fosse algo relacionado ao motor também teriam esquecido de ligar alguma coisa?

Até a próxima!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Acidente de Percurso - Parte II

Dando continuidade aos resgate das postagens e a saga do acidente de percurso reportado anteriormente agora é vez do processo de orçamento na concessionária.

Após ter que pressionar o corretor para agendar a vistoria, consegui a confirmação da data. Já se passava uns 5 dias corridos do acidente. Liguei na concessionária e confirmei a data que levaria o carro para a realização do orçamento.

Chegando lá o funcionário responsável pelo orçamento me recebeu e já começou o preenchimento de uma "ficha de recebimento e orçamento". Aqui abro um parêntese, sempre tem um preenchimento de uma ficha de forma manual na concessionária da JAC, confesso que isso me parece meio arcaico com tanta tecnologia mas enfim.

Uma rápida olhada e já foi detectado que seria necessário trocar o farol esquerdo que teve sua lente danificada, o para-choque que era de plástico e estava quebrado e o capô. Sobre o capô o funcionário me mostrou uma coisa que eu não sabia, o J3 possui uma tecnologia de absorção de impacto. Em determinado ponto ao absorver o impacto o capô fica com algumas ranhuras que apontam a necessidade de substituição total da peça, já que a mesma "perde" a capacidade de absorver novos impactos.

Como ele precisava verificar mais detalhadamente e eu tinha compromisso deixei o carro na concessionária, pois mais tarde passaria o responsável da seguradora para realizar a vistoria.

Mais tarde o funcionário me ligou informando que a seguradora havia realizado a vistoria e liberado o conserto e que podia pegar o carro novamente.  Na chegada o funcionário me informou que eles não tinham as peças em estoque e que fariam o pedido, enquanto isso o carro estava liberado para rodar pois não havia danificado nada mecânico nem da sinalização pois o farol continuava funcionando.

Não conheço sobre o mercado de peças de uma concessionária, mas acredito que capô, para-choques e farol são itens que tem bastante saída pois é extremamente comum esse tipo de batida, mas fazer o quê!? teria que esperar as peças virem de SP para o RS. Esse processo demorou  4 dias, após a chegada o funcionário me ligou informando que poderia levar o carro.

Dica 1
A foto abaixo mostra o exato local aonde ficam os amassados, esses amassados ficam como se tivessem riscado a chapa metálica. Na foto já está o capô original que foi colocado, infelizmente na correria esqueci de tirar uma foto do capô com defeito.

Dica 2
Ao comprar um Jac que tenha o mesmo capô fique atento a esse detalhe, pois pode ser que capô tenha sido apenas recuperado visualmente, mas a sua função de proteção estará comprometida. No caso de um capô novo fique tranquilo, pois o mesmo possui a mesma eficiência que o anterior.

Na próxima postagem o conserto e a entrega do carro.

domingo, 20 de julho de 2014

Acidente de Percurso - Parte I

Infelizmente acidentes acontecem...

Isso foi o que aconteceu quando o carro se aproximava dos 28 mil quilômetros. Essas são algumas fotos que tirei no momento do acidente.







O acidente foi coisa pouca, resultado de uma saída de sinaleira onde o Fox (Rock in Rio) novinho realizou uma conversão sem sinalizar a direção. O Meu J3 estava na direita enquanto ele estava exatamente na pista da esquerda fechando a minha frente ao realizar a conversão.

Como estávamos na saída de uma sinaleira a velocidade era baixa, felizmente ninguém se machucou e os danos foram pequenos. Danos esses que foram assumidos pelo condutor do Fox, que de forma pró ativa assumiu o seu erro.

Começava ai uma etapa nova para mim, nunca tinha precisado utilizar o seguro como terceiro. No dia seguinte o corretor do condutor entrou em contato comigo, queria que levasse o carro em uma oficina que não era credenciada. Informei que o carro estava em garantia e queria que o conserto fosse realizado na concessionária, pois havia confirmado que só eles eram autorizados.

Após a minha exigência ficou confirmado que o conserto seria na concessionária, após um orçamento da concessionária e uma vistoria da seguradora.

No próximo post a continuação dessa história agora na concessionária, até mais.