quarta-feira, 30 de julho de 2014

Revisão do JAC J3 30 mil km - Parte II

Dando sequência a revisão dos 30 mil quilômetros, falo da entrega do carro.

No meio da tarde recebo a ligação da concessionária para ir buscar o carro, como sempre o horário que termina a revisão é uma incógnita. Então aviso que vou buscar no final da tarde.

Chegando lá recebo o carro como sempre com a mesma lavagem sem vergonha. A consultora falou que tudo foi realizado, mas que (sempre tem um alguma coisinha né) o barulho no motor estava normal assim como o freio e que o regulador de farol estava ligado.

Parti então para o pagamento, pois estava atrasado. Chegando no caixa tinha três pessoas na minha frente, bom quem acompanha os posts sabe que digo que o atendimento é demorado, mas desse vez se superaram e me fizeram ficar esperando 35 minutos. Isso mesmo 35 minutos para realizar um pagamento com débito onde a atendente nem precisa contar o dinheiro e a máquina aprova o pagamento em cinco segundos.

Sai com o carro na correria, no meio do caminho resolvi testar a regulagem do farol e adivinhem o que aconteceu? Não estava funcionando, mas cacete eu pedi para olharem e a consultora disse que o serviço tinha sido realizado. Cara de pau? Safadeza? Poderia a oficina ter mentido para a consultora  (afinal ela não executa o serviço)?

Não interessa! Para quem é cliente afinal importa que não fizeram o serviço e na revisão Top estava incluído o alinhamento de faróis. Desconfiei que não olharam nada no motor sobre o barulho reportado, afinal alguns quilômetros depois o carro voltou a apresentar o mesmo barulho, senão olham a regulagem de um simples farol vão olhar um "barulhinho" no motor?

Na real começo a achar que não revisam nada nunca como já havia reportado aqui na revisão dos 10 mil. Como tinha escrito na referida postagem tinha dúvida se eles olhavam o que a gente reclamava de fato, pois depois dessa revisão tive a quase certeza de que não olham nada.

No próximo post a avaliação final do Meu J3, até lá.


segunda-feira, 28 de julho de 2014

Revisão do JAC J3 30 mil km - Parte I

Dando continuidade ao resgate das postagens dedico a próxima sequência de posts para falar sobre a revisão dos 30 mil quilômetros, então vamos lá!

Liguei na concessionária e agendei a revisão por telefone. Desconfiando de que ocorreria a mesma coisa que houve nas outras revisões - de chegar na hora da revisão e eu não estar na agenda da oficina - FRISEI para a atendente que queria o meu nome na agenda.

No dia e na hora combinada lá estava eu na concessionária e para minha surpresa haviam colocado uma TV no setor onde ficam os "consultores técnicos", nessa TV ficava passando os horários agendados com o nome do proprietário do veículo bem como o "consultor" responsável.

E finalmente em uma revisão agendada lá estava o meu nome, porém, termina ai o momento de alegria. O horário agendado mais uma vez não serviu pra nada, me atenderam com quase meia hora de atraso.

Como já estava na revisão dos 30 mil km e até o presente momento não tinha feito nenhuma revisão mais profunda resolvi escolher a revisão Top (mas informações sobre os tipos de revisão aqui).

Expliquei para a "consultora" tudo que queria que olhasse no carro além do que já era programado. Como o barulho no motor (relatado aqui e aqui), os freios (relatado aqui), o motor de regulagem do farol (relatado aqui). Tudo anotado pela "consultora" em seu ficheiro de papel.

Então expliquei que queria que realizasse o rodízio dos pneus afinal isso é necessário para que o desgaste dos pneus seja uniforme. Dai a "consultora" (agora vocês vão entender porque sempre escrevo consultora entre aspas) se abaixou, olhou o pneu e disparou: não precisa trocar a gente só troca quando os pneus estão gastos...

Bom então expliqei que eu queria o rodízio, geometria, balanceamento e tudo mais que estava na revisão TOP independente de estar gasto ou não, afinal de contas eu estava pagando.

Na próxima postagem a continuação da revisão dos 30 mil km do meu J3.

Valeu!

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Acidente de Percurso - Final

Finalizado o conserto do carro após a batida relatada anteriormente. O tempo de conserto demorou quase uma semana.

No dia combinado com a concessionária, passei lá olhei o carro e fui embora com o Meu J3. No dia seguinte a surpresa, o carro tinha ficado muito bom em relação ao alinhamentos dos itens, porém, a parte de cima do capô que vem de fábrica sem pintura e foi pintada pela concessionária parecia que tinha sido lixada com bombril, havia muitos riscos.

Voltei a concessionária e mostrei os riscos, prontamente me encaminharam para uma área onde um técnico fez um polimento, esse polimento deu uma BOA melhorada mas longe de ficar perfeito.

Outra coisa que descobri foi que não ligaram o motor elétrico de regulagem de altura do farol esquerdo, justamente o farol que foi trocado. Conversei com o técnico e combinamos de fazer isso na revisão dos 30 mil quilômetros que já se aproximava, pois ia demorar e eles não tinham horário na oficina, etc, etc, etc.

Cansado de ter que voltar a concessionária, agradeci a "cortesia" e fui embora.

Avaliação

Nesse caso diversos itens podem observados, afinal essa foi uma chance de observar algo em relação a reposição de peças e o serviço de funilaria.

  •  Apesar de não ter as peças na concessionária até que o tempo de espera foi satisfatório, foram 4 dias.
  • O tempo de execução também foi dentro do normal.
  • O serviço não foi executado dentro da concessionária. Descobri depois que o serviço foi repassado para uma oficina terceirizada em outro local da cidade, nesse caso uma revisão mais atenta da concessionária antes de entregar o carro seria bem útil.
  •  A qualidade final deixou um pouco a desejar, afinal parece que não fizeram nenhuma revisão no carro quando ele foi liberado pela outra oficina. E fica a pergunta: será que se fosse algo relacionado ao motor também teriam esquecido de ligar alguma coisa?

Até a próxima!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Acidente de Percurso - Parte II

Dando continuidade aos resgate das postagens e a saga do acidente de percurso reportado anteriormente agora é vez do processo de orçamento na concessionária.

Após ter que pressionar o corretor para agendar a vistoria, consegui a confirmação da data. Já se passava uns 5 dias corridos do acidente. Liguei na concessionária e confirmei a data que levaria o carro para a realização do orçamento.

Chegando lá o funcionário responsável pelo orçamento me recebeu e já começou o preenchimento de uma "ficha de recebimento e orçamento". Aqui abro um parêntese, sempre tem um preenchimento de uma ficha de forma manual na concessionária da JAC, confesso que isso me parece meio arcaico com tanta tecnologia mas enfim.

Uma rápida olhada e já foi detectado que seria necessário trocar o farol esquerdo que teve sua lente danificada, o para-choque que era de plástico e estava quebrado e o capô. Sobre o capô o funcionário me mostrou uma coisa que eu não sabia, o J3 possui uma tecnologia de absorção de impacto. Em determinado ponto ao absorver o impacto o capô fica com algumas ranhuras que apontam a necessidade de substituição total da peça, já que a mesma "perde" a capacidade de absorver novos impactos.

Como ele precisava verificar mais detalhadamente e eu tinha compromisso deixei o carro na concessionária, pois mais tarde passaria o responsável da seguradora para realizar a vistoria.

Mais tarde o funcionário me ligou informando que a seguradora havia realizado a vistoria e liberado o conserto e que podia pegar o carro novamente.  Na chegada o funcionário me informou que eles não tinham as peças em estoque e que fariam o pedido, enquanto isso o carro estava liberado para rodar pois não havia danificado nada mecânico nem da sinalização pois o farol continuava funcionando.

Não conheço sobre o mercado de peças de uma concessionária, mas acredito que capô, para-choques e farol são itens que tem bastante saída pois é extremamente comum esse tipo de batida, mas fazer o quê!? teria que esperar as peças virem de SP para o RS. Esse processo demorou  4 dias, após a chegada o funcionário me ligou informando que poderia levar o carro.

Dica 1
A foto abaixo mostra o exato local aonde ficam os amassados, esses amassados ficam como se tivessem riscado a chapa metálica. Na foto já está o capô original que foi colocado, infelizmente na correria esqueci de tirar uma foto do capô com defeito.

Dica 2
Ao comprar um Jac que tenha o mesmo capô fique atento a esse detalhe, pois pode ser que capô tenha sido apenas recuperado visualmente, mas a sua função de proteção estará comprometida. No caso de um capô novo fique tranquilo, pois o mesmo possui a mesma eficiência que o anterior.

Na próxima postagem o conserto e a entrega do carro.

domingo, 20 de julho de 2014

Acidente de Percurso - Parte I

Infelizmente acidentes acontecem...

Isso foi o que aconteceu quando o carro se aproximava dos 28 mil quilômetros. Essas são algumas fotos que tirei no momento do acidente.







O acidente foi coisa pouca, resultado de uma saída de sinaleira onde o Fox (Rock in Rio) novinho realizou uma conversão sem sinalizar a direção. O Meu J3 estava na direita enquanto ele estava exatamente na pista da esquerda fechando a minha frente ao realizar a conversão.

Como estávamos na saída de uma sinaleira a velocidade era baixa, felizmente ninguém se machucou e os danos foram pequenos. Danos esses que foram assumidos pelo condutor do Fox, que de forma pró ativa assumiu o seu erro.

Começava ai uma etapa nova para mim, nunca tinha precisado utilizar o seguro como terceiro. No dia seguinte o corretor do condutor entrou em contato comigo, queria que levasse o carro em uma oficina que não era credenciada. Informei que o carro estava em garantia e queria que o conserto fosse realizado na concessionária, pois havia confirmado que só eles eram autorizados.

Após a minha exigência ficou confirmado que o conserto seria na concessionária, após um orçamento da concessionária e uma vistoria da seguradora.

No próximo post a continuação dessa história agora na concessionária, até mais.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

A "olhada"

Comentei na postagem anterior sobre um barulho proveniente do motor, como havia dito esse barulho era intermitente.

Liguei na concessionária e reportei o ocorrido, então a consultora disse para dar uma passada na concessionária.

Chegando lá o barulho havia sumido (maldita intermitência), bom então o técnico encaminhado pela consultora, que disse ter "trocentos" anos de experiência escutou o motor e disse que estava normal a princípio, mas se quisesse, eu podia deixar o carro para ele avaliar mais detalhadamente.

Suspeitando que ficaria sem o carro por um dia e que ele não chegaria a nenhuma conclusão, eu agradeci e disse que liberaria o carro na revisão dos 30 mil pois faltava pouco para isso.

Até o próxima!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Novo instrumento

Depois de falar dos grilos que eu ouvi, hoje eu falo de mais um instrumento que se somou a já citada sinfonia.

Nesse caso eu tenho que confessar que não sabia exatamente qual era, mas sei que ele ficava fazendo uma barulho parecendo uma correia frouxa ou de que o eletroventilador - também conhecido como ventoinha - estava com folga ou ainda podia ser qualquer outra coisa, porque que eu não conseguia identificar.

Umas das coisas mais chatas de identificar em um carro são problemas intermitentes e esse é exatamente o caso. Nesse caso talvez uma pista fosse a utilização do ar condicionado, quando ele estava ligado a intensidade do barulho aumentava. Mas como um problema intermitente tem horas (na verdade quilômetros) de uso que esse barulho simplesmente não ocorria, podia desligar e ligar o carro e o ar condicionado diversas vezes que não ocorria.

Lembrando que como esse post é um resgate, quando esse evento ocorreu o carro estava com aproximadamente 26/27 mil quilômetros rodados.

Como esse foi um barulho que me assustou um pouco e podia ser algo relacionado com o motor, eu levei na concessionária para que fosse dado uma olhada, afinal podia ser algo grave.

No próxima postagem eu comento o resultado da "olhada" da oficina da concessionária no carro.

Até a próxima.