domingo, 31 de agosto de 2014

Reclamação

Após a confusão da bateria resolvi escrever mais um e-mail para a Jac e reclamar, dessa vez recebi uma resposta informando que estariam analisando a reclamação. A principal reclamação foi o fato de ter levado o carro na concessionária e ter esperado uma manhã inteira sem resolver o problema e ainda ter ficado empenhado diversas vezes depois até descobrir o real problema.

Mais tarde o responsável da concessionária me ligou dizendo que tinha analisado as informações que estavam cadastradas no sistema.

A primeira coisa que ele argumentou foi a de que realmente era necessária uma atualização no módulo de injeção e que isso não estava relacionado com a bateria. Como resposta eu repeti o que o técnico tinha me falado durante a troca da bateria, que provavelmente a luz de injeção estava ligada porque insisti em dar a partida com a bateria fraca.

Continuando o diálogo eu perguntei então quem estava falando a verdade, o técnico ou ele, afinal de contas eu tinha dois diagnósticos diferentes para o mesmo problema. A resposta do responsável foi a mais vazia possível, de que software era software e era preciso atualizar, e que "nós" os mais novos sabíamos que tinha que atualizar.

Quando perguntei sobre a luz do óleo que ligou no painel e qual foi a causa ele não soube responder...

Sabendo que a conversa não ia resolver nada e que só ia perder o meu tempo ao telefone, encerrei a conversa com a certeza de que o responsável não ia reconhecer um possível erro.

Agora imaginem o cenário hipotético: o módulo de injeção descobre que está com o software desatualizado e depois disso ele impede o carro de dar a partida, mas então o módulo descobre que o motorista insiste e permite a partida do motor mas não sem antes ligar a luz de injeção e a luz do óleo.

Alguém consegue imaginar o cenário descrito acima? Pois é, foi exatamente esse cenário que tentaram me fazer acreditar ser possível de existir. Puxa vida que carro inteligente... #SQN

Pelo menos, como ponto positivo se é que podemos chamar isso de positivo, depois da troca da bateria o carro voltou a bater arranque normalmente e não fiquei mais empenhado com o carro.

Depois de uma rápida pesquisa na internet é fácil encontrar pessoas reclamando da bateria da Jac, a vida útil de uma bateria pode variar devido a diversos fatores. Mas fica claro que as baterias originais não são tão eficientes.

Para finalizar, a bateria é item de desgaste comum, não sendo coberta pela garantia total.

Até a próxima.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

45 K - Troca da bateria

Depois de constatado de fato que o problema era a bateria que não segurava a carga, e por isso eu fui de guincho para a concessionária. Chegava a hora de trocar a bateria, a "consultora" que me atendeu olhou no sistema da Jac o preço da bateria.

Para colocar uma nova bateria o preço seria de míseros 470 reais, o que obviamente na minha opinião era um pouco salgado, ainda mais levando em conta que era para colocar outra bateria igual a que estava no carro.

Exatamente na frente da Jac tinha uma loja de baterias, então a "consultora" e o técnico sugeriram de comprar uma lá que a concessionária instalava. Perguntei se eles podiam dar uma carga na bateria para que eu pudesse sair da concessionária pelo menos com o carro andando e a resposta foi de que eles teriam que ver com os superiores se poderiam fazer isso e mais, ao trocar a bateria eu teria que reprogramar a central do carro pois eles não mantém o carro energizado. O simples procedimento de reprogramação da central custava 180 reais.

Vamos ao fatos:

  1. Eles não dariam uma carga na bateria pois já que eu estava na concessionária era a chance deles faturarem um pouco mais, se eu não quisesse fazer o serviço teria que chamar o guincho de novo já que o carro não estava nem ligando, o azar deles foi ter uma loja de baterias justamente na frente da concessionária. 

  2. A troca da bateria desligando totalmente a energia foi intencional, já que dessa forma o cliente é obrigado a reprogramar a central pois a mesma é resetada automaticamente quando não possui alimentação. Será que se eu simplesmente aceitasse a troca da bateria e não acompanhasse o serviço eles deixariam o carro ficar sem energia? Sinceramente eu acho que não, afinal pra que vão perder tempo reprogramando se não precisa.
Atravessei a rua e comprei uma bateria bagaceira de 180 reais e me sujeitei a pagar mais 180 reais para reprogramar o carro, já que eu não tinha escolha. Custo total de 360 reais para trocar a bateria.

Carro reprogramado, eu estava liberado depois de umas duas horas envolvido com isso na concessionária.

Conclusão

Fiquei empenhando três vezes após um suposto conserto da concessionária, até ter um problema evidente e ir de guincho para a concessionária achar o problema e resolver de forma definitiva. E eu relutando contra todos que falaram da bateria, afinal a concessionária já tinha visto o problema e eu acreditava que eles não iam errar tão feio, pois é, mas erraram.

Dica

Nunca troque a bateria na concessionária da Jac. A minha dica é trocar em uma oficina de confiança ou em uma loja especializada, lá eles mantém o carro energizado e você só paga a bateria nova e ainda tem uma vantagem, é muito mais rápido que a concessionária.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

45 K - Guincho

Após a parada definitiva de funcionamento do carro, só tinha uma saída, acionar a seguradora e chamar o guincho. Apesar de todos os problemas pelo menos deu para tirar algo positivo, a seguradora funciona muito bem, no caso a Porto Seguros. Agendei o guincho para as 08:00 da manhã seguinte e no dia e horário combinado o guincho estava lá para levar o Meu J3 de novo para a concessionária, onde eu estava disposto a resolver o problema de uma vez por todas.

Ao chegar no carro o responsável pelo guincho perguntou se não era bateria, respondi que achava improvável isso afinal de contas, segundo a concessionária o problema era o módulo de injeção. Com um equipamento de recarga ligado a bateria por alguns minutos não é que o carro funcionou.

Me senti um palhaço, ficou claro a partir daquele momento que a atualização do módulo de injeção não resolveu nada pois o defeito continuava da mesma forma

Mesmo com o carro funcionando decidi que iria de guincho para a concessionária, porque não tinha como prever se o defeito ocorreria de novo entre a minha casa e a concessionária. Chegando na concessionária a "consultora" recebeu o carro e chamou um técnico, informei a ela que acompanharia todo o trabalho para saber o que ele faria. Quando ele foi ligar o carro aconteceu a mesma coisa, não funcionou! Mesmo dando carga na bateria quando o guincho chegou a bateria tinha descarregado.

Foi testada a bateria com um equipamento e na hora visualizamos que a bateria realmente estava fraca. Questionei sobre o alternador, testamos o alternador e indicava que estava funcionando corretamente.

Então a partir desse momento troquei o seguinte diálogo com o técnico:

Eu: Mas e a luz de injeção que estava ligada? Disseram que fizeram uma atualização do módulo de injeção por isso o carro não estava funcionando, não falaram nada da bateria.
Técnico: Quando o carro não ligou tu insistiu em dar a partida?

Eu: Sim
Técnico: Então foi por isso que acendeu a luz de injeção, como carro não estava funcionando tu seguiu insistindo e ocorreu alguma anomalia e por isso a injeção ligou a luz no painel.

Eu: E a atualização que foi feita?
Técnico: Ah isso eu não sei dizer, por que não foi eu que fiz...

Mais uma vez tive a certeza que a atualização do módulo de injeção ou não foi feita ou se foi feita, foi em uma tentativa de erro e acerto para retirar ao código de falha da ECU do carro e apagar a luz de injeção do painel do carro.

Conclusão

Com aproximadamente 46 mil quilômetros ou quase 2 anos e meio teria que trocar a bateria do carro. Mas na Jac como sempre esse processo não seria fácil, sempre existe um porém, a troca da bateria eu vou detalhar em um post separado na sequência.

Até a próxima!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

45 K - De novo não bate arranque

Passado uns três dias do conserto do "módulo de injeção" o carro apresentou o mesmo defeito.

Dessa vez era de noite, estava chovendo e justo no local onde o carro estava havia faltado luz. Um local extremamente apropriado para dar um defeito no carro, só que não, porque dá para imaginar a insatisfação de ficar parado sob chuva no escuro. De novo após alguma insistência o carro funcionou e consegui ir embora.

E fazer o quê? Levar o carro de novo para a concessionária e ficar sem o carro por quanto tempo? Aliás parece que investigar e resolver o problema não é o forte da oficina da Jac, sem falar que não poderia perder diversas horas de novo devido ao trabalho.

Resolvi que usaria o carro de novo até apresentar um defeito convincente, pelo menos para apresentar algo para a concessionária.

Conversando com amigos e pesquisando sobre o problema uma das hipóteses que apareceu foi a bateria do carro estar fraca ou algo relacionado com o alternador. Mas essa hipótese era remota afinal de contas o que havia sido consertado na última visita a concessionária era o módulo de injeção.

Mais cinco dias depois do problema ter aparecido naquela noite, aconteceu a mesma coisa, de novo insistindo na tentativa de ligar o carro funcionou.

Nesse intervalo entre um problema e outro o carro funcionava normalmente.

Ficava claro para mim que a qualquer momento eu poderia ter a grata surpresa do carro não funcionar de forma definitiva, e foi o que aconteceu. 

Duas semana depois do conserto o carro parou de funcionar de forma definitiva, justo quando mais precisava, ia levar um familiar em uma consulta médica que estava agendada com bastante antecedência, pois a agenda do médico era bastante concorrida. Para não perder a consulta tivemos que chamar um taxi e deixar o carro na garagem.

Na próxima postagem a gota d'água...

sábado, 23 de agosto de 2014

45 K - Carro não bate arranque

Mais um post que resgato para atualizar o blog, dessa vez o evento ocorreu por volta de 45 mil quilômetros rodados.

Após percorrer alguns quilômetros e estacionar o carro por alguns minutos, simplesmente o carro não batia arranque. Depois de várias tentativas e com alguma insistência tentando ligar, o carro funcionou, mas a luz do óleo acendeu no painel do carro junto com a luz de injeção eletrônica. Decidi abortar o trajeto que faria com o Meu J3 e levei o carro de volta para a garagem.

No dia seguinte o carro bateu arranque normalmente, a luz do óleo estava desligada mas a luz da injeção permanecia ligada. Fui direto para a concessionária mais uma vez, chegando lá expliquei para a consultora o que havia acontecido com o carro. Como era cedo da manhã e não tinha chegado todos os carros da agenda da oficina ela me informou que eles fariam o ajuste no carro e em seguida estaria liberado.

Então resolvi esperar pelo carro na concessionária, o que se mostrou ter sido uma péssima escolha... A hora que cheguei na concessionária era mais ou menos 08:40 da manhã e o carro só foi liberado para mim as 11:59. Todos os clientes que levaram o carro na oficina (com hora marcada ou não) foram atendidos antes de mim e foram embora com o seu carro. Entendo que eu não tinha hora marcada, mas as 10:00 eu perguntei para a "consultora" se ia demorar e ela me informou que não, que já estavam descendo o carro da oficina.

Passei a manhã na concessionária da Jac Motors assistindo o programa da Ana Maria Braga, como se eu não tivesse nenhuma outra coisa para fazer. Custava ela me dizer que ia demorar??? Poderia ter ido para o meu trabalho e dar sequência a todos os compromissos e a tarde retornaria na concessionária para buscar o carro.

Depois de todas essas horas o carro foi entregue para a "consultora" por um apressado funcionário que saia para o seu almoço. Ao pegar o carro perguntei o que foi feito e o que era o problema, a "consultora" me informou que era um problema no módulo de injeção eletrônica e que foi feita uma atualização de software do módulo de injeção.

Confesso que achei a explicação um tanto quanto vazia, mas decidi não contestar até porque não tinha subsídios técnicos para isso.

Depois desse evento fiquei extremamente preocupado com o Meu J3, afinal de contas poderia ter ficado empenhado com o carro a qualquer momento. Utilizo bastante o carro para viajar com a família e fiquei imaginando a possibilidade disso acontecer em algum lugar bem longe de casa... Mas fazer o quê??

O negócio era esperar que o problema não ocorresse de novo.

Até o próximo post!

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

42 K - A suspensão foi pro espaço

Desde os 37 mil quilômetros percebi que ao passar por um quebra-molas era possível ouvir de leve um barulho estranho nos amortecedores dianteiro bem na hora que os amortecedores eram comprimidos.

Porém depois dos 40 mil esse barulho só se intensificou e com 42 mil a suspensão das quatro rodas já está aquém do seu funcionamento normal.

Ao passar por ruas que possuem um asfalto ondulado ou por buracos normais é possível ouvir diversos barulhos secos vinda da suspensão, a impressão que tenho é que o funcionamento dos amortecedores está comprometido. Mas isso é só uma impressão, vou aguardar a revisão dos 50 mil km para ver se a concessionária irá olhar e dizer alguma coisa.

O amortecedor e outras peças da suspensão não fazem parte da garantia total, afinal são peças de desgaste comum tendo garantia de apenas 3 meses.

Até o próximo post.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

41 K - Pedal de embreagem

Continuando a sequência de postagens para deixar o blog atualizado hoje tem mais um evento.

Aos 41 mil quilômetros caiu a borracha que cobre o pedal da embreagem. Essa borracha já tinha caído algumas vezes logo que peguei o carro, mas depois da primeira revisão nunca mais tinha acontecido.

Esse era um problema bem comum dos primeiros carros da Jac dando a impressão de má qualidade do material, não sei como está os carros vendidos atualmente, mas pelo menos o meu não caiu mais.

Abs.